Todos nós temos segredos escondidos no fundo da gaveta, atrás das roupas do armário, dentro de uma agenda...
Todos temos vergonhas, atos que não nos orgulhamos e lados que poucos podem conhecer.
Não é porque aquela pessoa te conhece a tantos anos, que ela sabe exatamente como você é, quais são as tuas histórias de vida e por quais caminhos sujos você passou até chegar aqui.
Não existe uma pessoa que te conheça por completo, por mais que tentemos ser o mais transparente e honestos com aquela pessoa especial, sempre haverá aquela sujeirinha embaixo do tapete, que deixaremos passar.
Isso não é errado, não, as coisas acontecem, ninguém é perfeito. Errado é ficar se martirizando por erros que você cometeu a muito tempo atrás e que ninguém que conviva com você hoje, sabe da existência desse elefante em sua sala.
Ninguém é perfeito e sinceramente as pessoas que vivem a minha volta e eu, principalmente, estamos longe de ser. E é exatamente isso que eu amo em todas as pessoas, a imperfeição!
Um não é melhor que o outro e o outro não é pior que ninguém, porque todos temos passado e coisas que julgamos erradas. Mas apenas nós podemos julgar. Mas devemos principalmente esquecer.
Não tem como consertar, não tem como apagar e muito menos como deixar de lado, porque faz parte da nossa história. Mas devemos aprender a conviver com esses monstros do guarda-roupas, porque todos os tem e eles jamais irão embora.
Se culpar é bobagem, é perda de tempo e desperdício de vida.
Queria eu, ser boa o suficiente para seguir esses conselhos, esquecer, seguir em frente. Mas se você que me lê, conseguir fazer isso, te admiro.
Não deixemos que o monstro saia do armário, nem ao menos por uma noite. Essa pode ser a tua última noite.
sábado, 29 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
outflow.
Já tomei tanta voadora na nuca da vida, que ultimamente os tapas na cara que ela me da mal conseguem me abalar. Talvez abalem por um ou dois minutos, mas e daí?
É muito fácil falar que faz o melhor que pode, mas quando vai descobrir o que realmente a outra pessoa acha do que você chama de 'melhor que pode', percebe que na realidade, você é merda.
Na cagada, tu tenta melhorar as coisas, mas não percebe que enquanto não melhorar pra você, para as outras pessoas vai ser sempre isso, merda nenhuma. Não adianta!
E neguinho pode falar o que quiser, mas depois de um tapa na cara você vai chorar, vai querer sair correndo e continuará com vontade de arrancar os olhos, de tanto nojo que sente de si mesmo. Mas e ai? Vai resolver mesmo ficar lamentando?
Levanta, lava o rosto... Pronto, 'lavou está novo' e as coisas continuam como antes.
Não adianta ficar batendo sempre na mesma tecla. Ou você faz algo que realmente mude as coisas, que realmente faça diferença, ou você continua ai, apanhando e apanhando, sem reação alguma, porque 'nunca vai mudar, mesmo'.
Claro que não, não vai mesmo. Sentar e rezar nunca ajudou ninguém!
Que me desculpem os crentes, mas esperar que as coisas melhorem porque você 'tem fé' e continuar agindo da mesma maneira tosca de sempre, não vai melhorar nada. Deus, Jesus, ou para o que for que você reze e creia, não vai vir e resolver os teus problemas para você.
Ai você percebe que é mais fácil levantar de uma voadora na nuca do que se recuperar de um tapa na cara. O tapa arde por dias, a voadora logo se esquece. Tombo nunca é suficiente, nego precisa latejar, ferver, para perceber que está seguindo o caminho errado.
Alô! Preste atenção no que você quer, se as pessoas realmente estão com você, elas certamente estarão felizes por te ver feliz. E ai sim, você vai perceber que não precisava ter se esforçado tanto para transformar lágrimas em felicidade dobrada.
(lamento pelo palavreado, mas né?! não sei ser politicamente-menina-correta.)
É muito fácil falar que faz o melhor que pode, mas quando vai descobrir o que realmente a outra pessoa acha do que você chama de 'melhor que pode', percebe que na realidade, você é merda.
Na cagada, tu tenta melhorar as coisas, mas não percebe que enquanto não melhorar pra você, para as outras pessoas vai ser sempre isso, merda nenhuma. Não adianta!
E neguinho pode falar o que quiser, mas depois de um tapa na cara você vai chorar, vai querer sair correndo e continuará com vontade de arrancar os olhos, de tanto nojo que sente de si mesmo. Mas e ai? Vai resolver mesmo ficar lamentando?
Levanta, lava o rosto... Pronto, 'lavou está novo' e as coisas continuam como antes.
Não adianta ficar batendo sempre na mesma tecla. Ou você faz algo que realmente mude as coisas, que realmente faça diferença, ou você continua ai, apanhando e apanhando, sem reação alguma, porque 'nunca vai mudar, mesmo'.
Claro que não, não vai mesmo. Sentar e rezar nunca ajudou ninguém!
Que me desculpem os crentes, mas esperar que as coisas melhorem porque você 'tem fé' e continuar agindo da mesma maneira tosca de sempre, não vai melhorar nada. Deus, Jesus, ou para o que for que você reze e creia, não vai vir e resolver os teus problemas para você.
Ai você percebe que é mais fácil levantar de uma voadora na nuca do que se recuperar de um tapa na cara. O tapa arde por dias, a voadora logo se esquece. Tombo nunca é suficiente, nego precisa latejar, ferver, para perceber que está seguindo o caminho errado.
Alô! Preste atenção no que você quer, se as pessoas realmente estão com você, elas certamente estarão felizes por te ver feliz. E ai sim, você vai perceber que não precisava ter se esforçado tanto para transformar lágrimas em felicidade dobrada.
(lamento pelo palavreado, mas né?! não sei ser politicamente-menina-correta.)
domingo, 2 de janeiro de 2011
2011
Eu poderia jurar que a virada de 2010 para 2011 seria como todos os outros anos, talvez até pior dessa vez, por causa dos últimos acontecimentos tanto familiares quanto 'amorosos'. Sentada no sofá, ouvindo as mesmas histórias do meu avô, sobre quando ele era pequeno e tinha que trabalhar no pastoril, cuidando de suas ovelhas em uma terra pequena em Portugal. (me lembra agora, a propaganda da Claro, sobre a Polônia, rs.)
Ou então ver a minha avó com cara triste, porque a família esse ano se reduziu a cinco: eu, minha mãe, minha irmã, ela e meu avô.
Ai que eu pensei: 'não quero passar nessa tristeza de sempre.'
Nunca gostei dessas festas. Sabe, ás vezes a vida está ruindo e quando chega Natal, Ano Novo, todo mundo finge que esquece, finge que se ama e faz cara de feliz. Não sou assim.
Então estava eu lá, seguindo o meu ritual, faço questão apenas da roupa nova, nada demais, apenas por consumismo mesmo. Pensei que seria tudo a mesma coisa, como sempre, nada muda por aqui. Mas eis que coisas inesperadas e inexplicáveis aconteceram.
Me enganei.
Nas primeiras horas do ano foi uma explosão de sentimentos como eu nunca tinha sentido antes. Ri demais, bebi demais, briguei demais, senti ciúmes demais e por fim acabei chorando todas as mágoas que 2010 havia deixado em mim.
Chorei de tristeza, chorei de raiva, chorei de vergonha das coisas erradas que eu sempre faço e principalmente porque queria chorar. Por medo. Medo do novo, medo desse ano que chegou tão rápido e eu não sei o que fazer com ele. Sei que algumas coisas nunca vão mudar, como me disseram, mas eu continuo temendo as coisas que mudam.
Reencontrei pessoas que eu adoro e pessoas que eu não gostaria de ter visto. Me fiz de desentendida, me fiz de entendida, me diverti.
Cheguei cedo em casa, rs.
Terminei sem dormir por 24 horas, rindo e me sentindo muito bem, com os acontecimentos de última hora, aos 45 do segundo tempo.(tirando as dores no corpo, na cabeça, o estômago zicado, rs.)
O ano mal começou e eu já me sinto intima dele. Gostei do 'presente' de ano novo que ganhei.
Obrigada 2011, você jamais será esquecido. (:
Ou então ver a minha avó com cara triste, porque a família esse ano se reduziu a cinco: eu, minha mãe, minha irmã, ela e meu avô.
Ai que eu pensei: 'não quero passar nessa tristeza de sempre.'
Nunca gostei dessas festas. Sabe, ás vezes a vida está ruindo e quando chega Natal, Ano Novo, todo mundo finge que esquece, finge que se ama e faz cara de feliz. Não sou assim.
Então estava eu lá, seguindo o meu ritual, faço questão apenas da roupa nova, nada demais, apenas por consumismo mesmo. Pensei que seria tudo a mesma coisa, como sempre, nada muda por aqui. Mas eis que coisas inesperadas e inexplicáveis aconteceram.
Me enganei.
Nas primeiras horas do ano foi uma explosão de sentimentos como eu nunca tinha sentido antes. Ri demais, bebi demais, briguei demais, senti ciúmes demais e por fim acabei chorando todas as mágoas que 2010 havia deixado em mim.
Chorei de tristeza, chorei de raiva, chorei de vergonha das coisas erradas que eu sempre faço e principalmente porque queria chorar. Por medo. Medo do novo, medo desse ano que chegou tão rápido e eu não sei o que fazer com ele. Sei que algumas coisas nunca vão mudar, como me disseram, mas eu continuo temendo as coisas que mudam.
Reencontrei pessoas que eu adoro e pessoas que eu não gostaria de ter visto. Me fiz de desentendida, me fiz de entendida, me diverti.
Cheguei cedo em casa, rs.
Terminei sem dormir por 24 horas, rindo e me sentindo muito bem, com os acontecimentos de última hora, aos 45 do segundo tempo.(tirando as dores no corpo, na cabeça, o estômago zicado, rs.)
O ano mal começou e eu já me sinto intima dele. Gostei do 'presente' de ano novo que ganhei.
Obrigada 2011, você jamais será esquecido. (:
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