Existem tantas pessoas importantes em nossas vidas, mas muitas delas se vão com tal facilidade, ou nos deixam de lado, como se não fossemos nada pra elas.
Tem tanta coisa que me machuca, me incomoda na maneira das pessoas agirem, na maneira com que elas vão embora, sem se quer nos dar um abraço, um adeus...
Tenho horror de despedidas, tenho medo de perder as pessoas que eu amo, mas muitas delas não se importam em me perder.
Dessa vez a coisa está em declínio total, e eu não queria que chegasse a esse ponto, mas chegou. Será que é o fim? Isso eu não sei, mas que eu não vou mais conversar e nem pedir para as pessoas pensarem em teus atos, isso eu não vou mais não.
Pode ser o maior amor do mundo, mas nada justifica sacrifícios alheios, se a própria pessoa não está disposta a melhor, voltar a ser como antes ou apenas executar mudanças para que tudo fique bem.
Sei lá, as pessoas são tão complicadas. D:
A pessoa que eu mais presava, que eu mais amava e confiava, foi a que mais me decepcionou. Mesmo com mancadas e absurdos cometidos, eu conversava, explicava e sempre acreditava que a mudança iria acontecer... Mas depois do final de semana passado, eu percebi, que se eu não me der valor, ninguém mais dará.
De que adianta eu amar e confiar nessa pessoa, se na primeira oportunidade ela me deixa de lado e vai ficar com uma pessoa que está na vida dela a um ano apenas?
Sabe, eu cansei. Se vai voltar, eu não sei mais.
Mas a iniciativa nunca mais partirá de mim, eu nunca mais irei atrás para estabelecer uma conversa, para tentar fazer as coisas melhorarem. Eu abandonei esse barco, confesso. Nós não remamos mais juntas. E isso não me adoece mais.
domingo, 31 de janeiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
That Way.
Viajei, voltei. E o pensamento só em você.
Quando eu tinha menos idade (não da pra falar menor, porque não sou tão alta assim), meu maior sonho era sair dessa cidade, viver coisas novas, conhecer coisas novas, pessoas novas.
Tinha na minha cabeça que assim que fizesse 18, a primeira coisa que eu iria fazer seria me mudar daqui. Fazer outra vida.
Hoje eu percebo, que não conseguirei seguir esse sonho. Esse sonho deixou o seu posto e virou passagem, apenas sonho mesmo. Coisa de momento. Hoje eu não conseguiria deixar essa cidade, por mais que eu a odeie demais (e eu a odeio).
Tenho a sensação toda vez que viajo, que falta um pedaço. Aquele meu pedacinho, sabe? Como se fosse uma criança que eu estou deixando para traz. E me pego pensando a todo momento, em que faz, como faz, onde está, como será...
Eu já fiz tanta coisa que não deveria. haha' E ainda faço, sem nenhum problema ou medo de me dar mal. Adoro conseguir me superar a cada viajem, a cada encontro. A coisa sempre fica mais interessante.
Uma noite dessas eu escrevi algo que eu iria escrever aqui, mas depois que eu entendi os acontecimentos e o que eu tinha em mente, não acho que aquilo seja o certo. Partes pelo menos não.
Não sei porque, nem como, mas eu consigo pensar naquele momento. Eu juro que não queria fugir, pelo contrário, minha vontade era de ir até o fim com aquilo e fodam-se as consequências, mas eu não consigo fazer assim. Pelo menos não em relação a aquela situação.
Por um lado é muito bom, porque tecnicamente é uma coisa errada, mas por outro lado, eu passo vontade e odeio isso. haha' Eu até cheguei a imaginar que depois de tudo o que andava acontecendo na minha vida, essa loucura não seria parte da minha viagem novamente, mas acabou reaparecendo e eu não desperdicei nenhum momento.
Lá eu cheguei a pensar se realmente a vida que eu levo, é a que eu gostaria de levar. Se por quem eu choro é realmente quem merece minhas lágrimas. E eu cheguei a pensar que se eu estava realmente em duvidas do amor que eu sinto, é porque talvez não seja como antes.
Mas depois de tudo o que eu passei, quem faria isso apenas por amizade? Eu sou boa, mas não sou idiota.
As vezes, é mais fácil perdoar do que esquecer quem se ama. E é isso que eu faço.
Aprendi que essa loucura fará parte da minha vida para sempre, sempre que eu for pra lá, eu vou encontrar esse caminho de novo e de novo, até o dia que não será mais possível parar, ou até o dia em que eu enjoarei de todo esse perigo. (não, eu não estou/estava fazendo nada ilegal. é apenas uma coisa errada)
Descobrir que mudei me deixou com medo, mas eu nem mudei tanto assim. são apenas maneiras de esconder o que eu já escondia antes, mas com mais sutileza, menos cautela...
Já cheguei a pensar 'se conhecessem metade do que eu conheço e aturassem metade do que eu aturo, mas nunca que continuariam a insistir nessa loucura como eu faço.' O meu é de verdade, é forte como diamante, é frio como os pólos, é quente como o fogo, é mole como água, é uma contradição de forças e sentidos, é puro. Existe.
Eu posso fazer mil loucuras, imaginar mil coisas. A realidade não muda nunca, as coisas não são assim.
Eu só vou conseguir me livrar de todas essas duvidas o dia em que eu me jogar de cabeça em tudo. e eu sei que esse será meu ultimo passo. ou para a vitória total, ou para o meu fracasso. Esse será o ponto final. E a minha vontade anda fazendo esse dia ficar cada vez mais próximo.
E eu já não sinto mais medo de nada. Isso é bom, por isso que o dia anda se aproximando, porque o medo está indo embora, as coisas estão ficando mais claras.
Eu já pedi várias vezes, só por uma tentativa. É por isso que eu imploro em todas as conversas. Apenas uma chance real, uma tentativa de coração aberto.
Eu juro que nunca deixaria nada dar tão errado a ponto de alguém sair machucado, se esse alguém não fosse eu.
Tem coisas que não da pra fazer sozinha. Eu preciso de coração aberto, mente livre e vontade.
É só disso que nós precisamos.
Por isso talvez que eu pense nos momentos de loucura, que eu sinta o que não devo sentir.
É isso que me prende a essa cidade. É isso que me prende dentro de mim mesma.
Quando eu tinha menos idade (não da pra falar menor, porque não sou tão alta assim), meu maior sonho era sair dessa cidade, viver coisas novas, conhecer coisas novas, pessoas novas.
Tinha na minha cabeça que assim que fizesse 18, a primeira coisa que eu iria fazer seria me mudar daqui. Fazer outra vida.
Hoje eu percebo, que não conseguirei seguir esse sonho. Esse sonho deixou o seu posto e virou passagem, apenas sonho mesmo. Coisa de momento. Hoje eu não conseguiria deixar essa cidade, por mais que eu a odeie demais (e eu a odeio).
Tenho a sensação toda vez que viajo, que falta um pedaço. Aquele meu pedacinho, sabe? Como se fosse uma criança que eu estou deixando para traz. E me pego pensando a todo momento, em que faz, como faz, onde está, como será...
Eu já fiz tanta coisa que não deveria. haha' E ainda faço, sem nenhum problema ou medo de me dar mal. Adoro conseguir me superar a cada viajem, a cada encontro. A coisa sempre fica mais interessante.
Uma noite dessas eu escrevi algo que eu iria escrever aqui, mas depois que eu entendi os acontecimentos e o que eu tinha em mente, não acho que aquilo seja o certo. Partes pelo menos não.
Não sei porque, nem como, mas eu consigo pensar naquele momento. Eu juro que não queria fugir, pelo contrário, minha vontade era de ir até o fim com aquilo e fodam-se as consequências, mas eu não consigo fazer assim. Pelo menos não em relação a aquela situação.
Por um lado é muito bom, porque tecnicamente é uma coisa errada, mas por outro lado, eu passo vontade e odeio isso. haha' Eu até cheguei a imaginar que depois de tudo o que andava acontecendo na minha vida, essa loucura não seria parte da minha viagem novamente, mas acabou reaparecendo e eu não desperdicei nenhum momento.
Lá eu cheguei a pensar se realmente a vida que eu levo, é a que eu gostaria de levar. Se por quem eu choro é realmente quem merece minhas lágrimas. E eu cheguei a pensar que se eu estava realmente em duvidas do amor que eu sinto, é porque talvez não seja como antes.
Mas depois de tudo o que eu passei, quem faria isso apenas por amizade? Eu sou boa, mas não sou idiota.
As vezes, é mais fácil perdoar do que esquecer quem se ama. E é isso que eu faço.
Aprendi que essa loucura fará parte da minha vida para sempre, sempre que eu for pra lá, eu vou encontrar esse caminho de novo e de novo, até o dia que não será mais possível parar, ou até o dia em que eu enjoarei de todo esse perigo. (não, eu não estou/estava fazendo nada ilegal. é apenas uma coisa errada)
Descobrir que mudei me deixou com medo, mas eu nem mudei tanto assim. são apenas maneiras de esconder o que eu já escondia antes, mas com mais sutileza, menos cautela...
Já cheguei a pensar 'se conhecessem metade do que eu conheço e aturassem metade do que eu aturo, mas nunca que continuariam a insistir nessa loucura como eu faço.' O meu é de verdade, é forte como diamante, é frio como os pólos, é quente como o fogo, é mole como água, é uma contradição de forças e sentidos, é puro. Existe.
Eu posso fazer mil loucuras, imaginar mil coisas. A realidade não muda nunca, as coisas não são assim.
Eu só vou conseguir me livrar de todas essas duvidas o dia em que eu me jogar de cabeça em tudo. e eu sei que esse será meu ultimo passo. ou para a vitória total, ou para o meu fracasso. Esse será o ponto final. E a minha vontade anda fazendo esse dia ficar cada vez mais próximo.
E eu já não sinto mais medo de nada. Isso é bom, por isso que o dia anda se aproximando, porque o medo está indo embora, as coisas estão ficando mais claras.
Eu já pedi várias vezes, só por uma tentativa. É por isso que eu imploro em todas as conversas. Apenas uma chance real, uma tentativa de coração aberto.
Eu juro que nunca deixaria nada dar tão errado a ponto de alguém sair machucado, se esse alguém não fosse eu.
Tem coisas que não da pra fazer sozinha. Eu preciso de coração aberto, mente livre e vontade.
É só disso que nós precisamos.
Por isso talvez que eu pense nos momentos de loucura, que eu sinta o que não devo sentir.
É isso que me prende a essa cidade. É isso que me prende dentro de mim mesma.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Specifically.
eu não sei falar de um assunto específico. e sempre que eu tento, eu acabo sempre naquele assunto que é o meu preferido e ao mesmo tempo o meu mais odiado.
eu disse que tinha medo da felicidade. estava com a razão.
sempre tem uma coisa que estraga tudo, que faz tudo dar errado e me destrói como antes. as vezes até mais.
dessa vez doeu mais do que antes, me machucou mais do que antes, mas eu também fui mais forte do que antes.
eu acho que já me conformei com essa situação ridícula e lamentável.
me tornei detestável e amarga.
eu venho aqui tantas vezes por dia, tentando falar alguma coisa, mas não sai mais nada. não sei nem se esse texto sairá completo, ou se será mais um para a minha vasta lista de rascunhos.
e foi pra valer quando eu disse que tinha grudados em mim não só as ideias, mas também todos os defeitos dele.
sim, é a mais pura verdade, começando por isso, não saber falar, não querer falar e amar estar cada vez mais sozinha.
depois disso vem a linda fase de descontar minhas frustrações em coisas 'erradas'. eu não sou uma boa companhia mais. haha'
se é que fui algum dia.
engoli meu orgulho, esqueci a humilhação, pensei que se foda e continuei, me igualei a eles todos.
como pude chegar tão longe? como desci tanto?
isso me enlouquece mais que tudo.
eu rezo pedindo pra esquecer, pra não sentir. como eu queria ser inteligente o bastante pra conseguir sair dessa situação.
mas ao mesmo tempo, se eu esquecesse, se eu saísse de onde me encontro, como eu seria? pois já não me lembro mais como era sem ser vivendo assim. quais as coisas que eu gostava de fazer sem ser estar com ele? qual a minha música favorita antes dele? o que eu fazia para matar o tempo, sem ser falar com ele?
eu não lembro, eu esqueci de tudo isso.
se esquecer dele, não serei nada.
ele me disse que o primeiro passo quando se ama alguém, é aprender a viver sem a pessoa, eu comecei tudo errado então. mas não concordo com ele, não só por não saber fazer, mas por acreditar que quando se ama alguém, a primeira coisa a se fazer é ir de cabeça e querer que as consequencias sendo boas ou ruins, compensem.
posso contar nos dedos de uma única mão, quantas pessoas estão ao meu lado depois de tantas brexas que eu dei para que elas fossem embora. posso contar, quantas delas ficaram ao meu lado, depois de tantas vezes eu ter colocado tudo a perder.
são 3, sem contar com ele, é claro.
não posso fazer nada se meu hobby preferido é desperdiçar minha vida, deixar tudo ir embora, fazer tudo errado e me destruir.
ama-lo é a maneira mais fácil que eu achei de me matar aos poucos, mas também é a única maneira que eu encontro de me sentir viva, amada.
e quando ele me beija, o desejo aumenta e eu me sinto completa, e sei que ele me deseja, que ele está comigo e que sempre estará ali. por mais que ele negue isso.
se tudo isso for um teste, nada ético como já me disseram, eu juro que sairei dele com pontos extras.
posso me machucar, sair sem um pedaço, mas surpreenderei a todos, pois o meu amor por ele é maior do que qualquer vagaba.
de que adianta as pessoas me falarem que eu sou linda, que eu sou interessante, se a coisa que eu mais desejo eu não posso ter, mesmo sendo tudo isso?
meu mundo é ele e não tem saída. eu não vou lutar contra o que a minha consciência suicida quer.
eu vou até o final.
meu amor está em jogo dessa vez. cada erro lhe custara caro, um ponto a menos, uma consideração a menos por ele.
não sei se fará efeito, mas ele provará que dessa vez eu não estou brincando, e sei que ficará com medo, pois a maior verdade que o cerca, é o meu amor por ele.
dessa vez, como já disse, eu vou até o fim.
eu disse que tinha medo da felicidade. estava com a razão.
sempre tem uma coisa que estraga tudo, que faz tudo dar errado e me destrói como antes. as vezes até mais.
dessa vez doeu mais do que antes, me machucou mais do que antes, mas eu também fui mais forte do que antes.
eu acho que já me conformei com essa situação ridícula e lamentável.
me tornei detestável e amarga.
eu venho aqui tantas vezes por dia, tentando falar alguma coisa, mas não sai mais nada. não sei nem se esse texto sairá completo, ou se será mais um para a minha vasta lista de rascunhos.
e foi pra valer quando eu disse que tinha grudados em mim não só as ideias, mas também todos os defeitos dele.
sim, é a mais pura verdade, começando por isso, não saber falar, não querer falar e amar estar cada vez mais sozinha.
depois disso vem a linda fase de descontar minhas frustrações em coisas 'erradas'. eu não sou uma boa companhia mais. haha'
se é que fui algum dia.
engoli meu orgulho, esqueci a humilhação, pensei que se foda e continuei, me igualei a eles todos.
como pude chegar tão longe? como desci tanto?
isso me enlouquece mais que tudo.
eu rezo pedindo pra esquecer, pra não sentir. como eu queria ser inteligente o bastante pra conseguir sair dessa situação.
mas ao mesmo tempo, se eu esquecesse, se eu saísse de onde me encontro, como eu seria? pois já não me lembro mais como era sem ser vivendo assim. quais as coisas que eu gostava de fazer sem ser estar com ele? qual a minha música favorita antes dele? o que eu fazia para matar o tempo, sem ser falar com ele?
eu não lembro, eu esqueci de tudo isso.
se esquecer dele, não serei nada.
ele me disse que o primeiro passo quando se ama alguém, é aprender a viver sem a pessoa, eu comecei tudo errado então. mas não concordo com ele, não só por não saber fazer, mas por acreditar que quando se ama alguém, a primeira coisa a se fazer é ir de cabeça e querer que as consequencias sendo boas ou ruins, compensem.
posso contar nos dedos de uma única mão, quantas pessoas estão ao meu lado depois de tantas brexas que eu dei para que elas fossem embora. posso contar, quantas delas ficaram ao meu lado, depois de tantas vezes eu ter colocado tudo a perder.
são 3, sem contar com ele, é claro.
não posso fazer nada se meu hobby preferido é desperdiçar minha vida, deixar tudo ir embora, fazer tudo errado e me destruir.
ama-lo é a maneira mais fácil que eu achei de me matar aos poucos, mas também é a única maneira que eu encontro de me sentir viva, amada.
e quando ele me beija, o desejo aumenta e eu me sinto completa, e sei que ele me deseja, que ele está comigo e que sempre estará ali. por mais que ele negue isso.
se tudo isso for um teste, nada ético como já me disseram, eu juro que sairei dele com pontos extras.
posso me machucar, sair sem um pedaço, mas surpreenderei a todos, pois o meu amor por ele é maior do que qualquer vagaba.
de que adianta as pessoas me falarem que eu sou linda, que eu sou interessante, se a coisa que eu mais desejo eu não posso ter, mesmo sendo tudo isso?
meu mundo é ele e não tem saída. eu não vou lutar contra o que a minha consciência suicida quer.
eu vou até o final.
meu amor está em jogo dessa vez. cada erro lhe custara caro, um ponto a menos, uma consideração a menos por ele.
não sei se fará efeito, mas ele provará que dessa vez eu não estou brincando, e sei que ficará com medo, pois a maior verdade que o cerca, é o meu amor por ele.
dessa vez, como já disse, eu vou até o fim.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Selfish.
eu não acho nada legal, não acho nada certo (talvez ache), mas eu estou cada dia pior, cada vez mais e mais egoísta.
sei lá, as pessoas me pedem uma opinião, e o certo seria que eu ajudasse a pessoa e não falasse pra ela fazer uma coisa que fará bem pra mim. mas no fundo, eu estou querendo que se foda.
eu não me importo mais se a pessoa ficará bem, o que importa é que eu estarei bem.
talvez seja consequência de tanta 'porrada' que eu já levei da vida. e pensando bem, as pessoas não merecem que eu me esforce pra ajudá-las, sendo que quando eu preciso, elas sempre atrapalham ao invés de ajudar, mesmo sabendo que estão atrapalhando.
no fundo, todo mundo é muito egoísta, e eu não sinto nada por estar cada dia mais e mais egoísta. como eu já disse, repito, quero que se foda.
cada um tem o que merece e talvez essa seja a minha maneira (mais uma) de me destruir.
eu ando muito querendo ficar sozinha, não aguento mais ninguém.
ao mesmo tempo que preciso das pessoas, eu não as quero ao meu lado, pessoas que cansam.
me desgasta ter uma vida social.
é, eu acho que ando mais louca do que imaginava.
sei lá, as pessoas me pedem uma opinião, e o certo seria que eu ajudasse a pessoa e não falasse pra ela fazer uma coisa que fará bem pra mim. mas no fundo, eu estou querendo que se foda.
eu não me importo mais se a pessoa ficará bem, o que importa é que eu estarei bem.
talvez seja consequência de tanta 'porrada' que eu já levei da vida. e pensando bem, as pessoas não merecem que eu me esforce pra ajudá-las, sendo que quando eu preciso, elas sempre atrapalham ao invés de ajudar, mesmo sabendo que estão atrapalhando.
no fundo, todo mundo é muito egoísta, e eu não sinto nada por estar cada dia mais e mais egoísta. como eu já disse, repito, quero que se foda.
cada um tem o que merece e talvez essa seja a minha maneira (mais uma) de me destruir.
eu ando muito querendo ficar sozinha, não aguento mais ninguém.
ao mesmo tempo que preciso das pessoas, eu não as quero ao meu lado, pessoas que cansam.
me desgasta ter uma vida social.
é, eu acho que ando mais louca do que imaginava.
Assinar:
Comentários (Atom)