quarta-feira, 11 de novembro de 2009

I Refuse.

Todos os dias eu sinto um aperto enorme no peito, sei que não vai cessar enquanto o que eu mais desejo não voltar pra mim.
Sinto muita falta das ligações de madrugada, das noites mal dormidas só pra te ter no colo e te ver dormir bem. Sinto falta das mensagens, das aulas matadas, do carinho imenso e do eu te amo de todos os dias.
Sinto falta em todos os momentos e penso que não vou aguentar, cada dia que te vejo e percebo que não você não é mais aquele, não é mais meu.
É como um nó, um desespero ridículo, o coração salta a boca quando te vejo, quando você me abraça todos os dias e parece que nada pode me tirar você novamente. Mas ai, você me larga e eu simplesmente volto a realidade.
Como eu queria ser dona do tempo e poder voltar atrás e mudar essa história, como eu queria poder ser mais corajosa e me declarar como nunca fiz (não que eu nunca tenha me declarado). Como eu queria poder te ter novamente.
A única coisa que eu lamento é ter errado tanto com você, é ter te cobrado coisas demais, ter dado tantos motivos para te deixar bravo.
Me faz falta o teu cheiro, o teu beijo, o teu olhar. Olhar que me encanta e me hipnotiza, que me fascina e me alegra, que demonstra que nada nem ninguém poderá estragar aquele nosso momento, e realmente ninguém pode. Aquele é o meu porto seguro. De lá ninguém pode me tirar e lá ninguém pode me machucar.
E aquele teu sorriso? Como aquele sorriso é a perfeição. Quanta falta eu sinto.
Teus bicos, tuas caretas, teus dengos e até mesmo as tuas girias, quanta falta faz. Quanta falta eu sinto de te ver dormir e acordar ao teu lado, de receber uma ligação tua só pra dizer eu te amo, quanta falta faz.
Falta um pedaço aqui dentro, sinto um vazio no lugar do coração.
Meu coração está e sempre estará com você, e eu não quero ele de volta, caso você não volte com ele. Pode ficar, ele nada é sem você.
Aquele cheiro que nunca sairá da minha memória, que várias vezes eu sinto ao longo do dia e a falta de esperança é tomada por uma felicidade momentânea enorme, mas passageira e rápida.
Sei que ainda tenho um pedaço de você, ainda te tenho de leve, mas não é a mesma coisa, não é a mesma sensação de poder te chamar de MEU, de poder dizer pra todo mundo que eu sou só tua e você é só meu, e que isso não vai mudar.
Sinto falta das nossas brincadeiras, nas nossas brisas que ninguém entendia e que ninguém nunca vai entender, coisa nossa. Não que elas não existam mais (vira e mexe arrumamos uma coisa nova, só nossa, e relembramos as antigas), mas não é como antes, eu não posso te chamar de meu.
Faz falta não poder te amar como eu te amo.
Me sinto presa meio a essa falta e quis muitas vezes acabar com essa esperança que brota em mim a cada sorriso e a cada abraço teu. Mas eu não posso, é mais forte que eu, e eu nada posso contra isso.
Quanta falta me faz. Quanta falta você me faz. Quanta saudades eu tenho.
Quanta falta faz você.


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"é tão bom estar ao seu lado (:"

" 'pior que eu já me acostumei' sabe. Tipo que horas são: 00 hora de ir na má, coisa assiim (brisa)."


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Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.
Clarice Lispector.

I never believed in much, but I believe in this. I'm incomplete without you.

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