A sociedade é rigorosa, ou se é como julgam ser o certo, ou está errado e será apedrejado.
- Se 'ama' demais, é se 'burro' ou 'submisso'.
- Se 'não liga' para nada, é se 'coração de pedra'.
- Se mulher abraça um amigo, é se 'vagabunda', 'atirada'.
- Se um homem abraça um amigo, é se 'gay', 'afeminado'.
Por que essa mania de rotular tudo? Para que essa necessidade ridícula de estipular um 'padrão'?
Pois bem, eu gosto de fugir dos padrões, de fazer o que choca, falar o que assusta, agir como o errado.
Sim, sim, eu entendo todas as regras, conheço todas as 'tribos', sou a favor da loucura, do amor próprio, da impulsividade, da irracionalidade, de ser eu mesma. Quando quiser, sempre que der vontade, ou seja, sempre.
Não, não, eu não sei se sou eu quem corro atrás do obscuro, do tal errado, ou se é ele que gosta muito de mim.
Muito cuidado então, com julgamentos precipitados. É se o que é, e nada mais além disso. Não se iluda com o que vê, ou acha que vê.
Cuidado também, a sociedade é rigorosa, portanto, aprecie com moderação.
Ou seja... Cerveja.
E eu? Ah, eu pouco me preocupo. Quer? Gostou? Aceite assim. O meu destino sou eu quem faço, eu quem decido. Nesse jogo da vida quem dá as cartas sou eu.
E seja bem-vindo a essa grande insanidade.
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