A irracionalidade de raciocinar em momentos impróprios, me torna uma pessoa fraca.
A fraqueza nem sempre é um defeito, mas para mim nunca foi qualidade. Pessoas fracas acabam perdendo e deixando acontecer, tudo aquilo que elas mais temem. Pessoas medrosas, transformam teus medos em realidade e se afundam.
Destino para mim é irreal, assim como o amor. Cada um colhe aquilo que planta, não tem essa de estar escrito. O amor é só mais uma dessas coisas que criamos e acabamos sendo movidos por ela. Não que eu não creia no amor, pelo contrário, mas o acho irreal. É irreal imaginar que nós, meros seres humanos, nos deixemos ser domados por qualquer pessoa. É irracional ser dependente de outras pessoa até mesmo para respirar. Entregar a felicidade que pertence a nós, a outra pessoa e fazer da história dela a nossa. Mas isso realmente acontece. Eu por muitas vezes desejei não me apaixonar por ele. Muitas vezes desejei esquecer tudo e deixar passar. Mas como deixar a nossa razão de viver ir embora? Com ela, vai também a nossa essência.
O amor da minha vida é a pessoa mais louca que eu já pude conhecer. Eu descobri que a coisa que eu mais amo, é uma pessoa completamente o contrário de mim, e dei a ele, todo poder sobre mim. Mesmo ele não sabendo cuidar nem dele mesmo, sozinho.
A paciência é uma virtude, mas eu não a possuo. A coisa mais difícil para mim é manter a calma, é ser paciente e saber aguardar o momento certo para agir. Isso me deixa com medo de fazer algo errado, e tudo sempre acaba afundando por conta do medo.
Eu desejo força, para saber agir, eu preciso de coragem para dizer novamente 'eu te amo'.Pois eu daria tudo para ter ele feliz, para ter ele ao meu lado. E por muitas vezes eu desejo ele longe de mim, eu desejo não deseja-lo.
Ai está a complexidade e a irracionalidade da razão. Como se pode querer e ao mesmo tempo não querer a coisa mais importante da tua vida?
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Christmas, New Year and blábláblá...
Confesso que eu odeio essa época. Sim, podem me matar os conservadores do espírito natalino, aqueles que veneram o ano novo. Não gosto e ponto.
Mas confesso também que mexem comigo. E esse ano está mexendo muito mais do que o normal.
O natal é uma coisa que se tornou tão banal ao meu ver. Quando eu era menor era tudo diferente. Eu não esperava por presente, eu esperava o momento de ver meu avô vestido de Papai Noel e os fogos de artifício que meus tios soltavam a meia noite.
Hoje em dia eu não vejo a hora de ter que ir embora. Não há mais Papai Noel, não há mais fogos de artifício. Tudo é tão frio. Acho que na realidade o espírito natalino mudou em casa.
Não tenho mais meu avô, não falo mais com o meu pai... Coisas a parte...
Ano Novo também, eu sempre esperava com ansiedade. Viajava para a praia com toda a família, íamos ver os fogos na areia, pulávamos as 'sete ondinhas'... Tradições.
Hoje em dia nem viajar mais nós vamos. Se tornou um dia como outro qualquer em que eu desejo dormir e acordar no dia seguinte sem participar de nada.
Talvez seja por isso o meu ódio mortal por finais de ano. Minha mãe também nunca gostou.
Com ela a decepção foi a mesma que a que eu tive. Talvez a culpa seja da minha família. Mas eu não os culpo. Eu não gosto e ponto.
Mas esse final de ano veio seguido de medos, angustias e avareza, mais do que os outros. Por um ponto, eu não queria que ele chegasse nunca mais.
Por pior que tenha sido o meu ano, eu não quero que ele acabei.
Esse ano foi péssimo, mas as coisas boas que aconteceram nele foram tão boas que eu tenho medo de perde-las ano que vem.
As amizades que eu fiz esse ano foram as mais perfeitas, as pessoas que por mim passaram foram de tamanha importância...
Eu amei ouvir tudo o que eu ouvi de algumas pessoas esse ano, que eu sou diferente do que falam, que eu sou uma pessoa boa. As vezes eu preciso disso, porque até eu me acho uma pessoa ruim. Ouvir que não mereço sofrimento me faz bem. Ouvir que eu sou especial pra alguém também.
E finais como eu já disse no post a baixo, são tão irritantes para mim.
E lá vem mais um natal, sorria, tire fotos e reze para tudo acabar rápido. Nada nunca será como antes. Uma pena.
Mais um ano novo. Se vista de branco, sorria e encha a cara. Nada mudará no dia seguinte a não ser que ao invés de colocar 31/12/2009 você irá colocar 01/01/2010.
Números, apenas números.
Visão pessimista? Pra mim é a parte realista de tudo.
Mas no outro ano todos estão cheios de promessas de serem melhores, de fazerem tudo de maneira diferente do que fizeram. Vida nova, esse é o lema.
Pra que tanta enganação? Todos continuaram a fazer as mesmas coisas, a cometerem os mesmos erros. E eu não acho errado. Todos somos humanos e querendo ou não, aprendemos errando.
Ano que vem me da medo. Medo do que vai acontecer, do que pode estar acabando junto com esse ano, do que eu terei que enfrentar.
Último ano no colégio, vestibular, amizades, distancia. Isso tudo me assusta.
Mas estou pronta, mesmo não querendo.
Que venham as festas, o espírito natalino e a irritação do ano novo.!
Mas confesso também que mexem comigo. E esse ano está mexendo muito mais do que o normal.
O natal é uma coisa que se tornou tão banal ao meu ver. Quando eu era menor era tudo diferente. Eu não esperava por presente, eu esperava o momento de ver meu avô vestido de Papai Noel e os fogos de artifício que meus tios soltavam a meia noite.
Hoje em dia eu não vejo a hora de ter que ir embora. Não há mais Papai Noel, não há mais fogos de artifício. Tudo é tão frio. Acho que na realidade o espírito natalino mudou em casa.
Não tenho mais meu avô, não falo mais com o meu pai... Coisas a parte...
Ano Novo também, eu sempre esperava com ansiedade. Viajava para a praia com toda a família, íamos ver os fogos na areia, pulávamos as 'sete ondinhas'... Tradições.
Hoje em dia nem viajar mais nós vamos. Se tornou um dia como outro qualquer em que eu desejo dormir e acordar no dia seguinte sem participar de nada.
Talvez seja por isso o meu ódio mortal por finais de ano. Minha mãe também nunca gostou.
Com ela a decepção foi a mesma que a que eu tive. Talvez a culpa seja da minha família. Mas eu não os culpo. Eu não gosto e ponto.
Mas esse final de ano veio seguido de medos, angustias e avareza, mais do que os outros. Por um ponto, eu não queria que ele chegasse nunca mais.
Por pior que tenha sido o meu ano, eu não quero que ele acabei.
Esse ano foi péssimo, mas as coisas boas que aconteceram nele foram tão boas que eu tenho medo de perde-las ano que vem.
As amizades que eu fiz esse ano foram as mais perfeitas, as pessoas que por mim passaram foram de tamanha importância...
Eu amei ouvir tudo o que eu ouvi de algumas pessoas esse ano, que eu sou diferente do que falam, que eu sou uma pessoa boa. As vezes eu preciso disso, porque até eu me acho uma pessoa ruim. Ouvir que não mereço sofrimento me faz bem. Ouvir que eu sou especial pra alguém também.
E finais como eu já disse no post a baixo, são tão irritantes para mim.
E lá vem mais um natal, sorria, tire fotos e reze para tudo acabar rápido. Nada nunca será como antes. Uma pena.
Mais um ano novo. Se vista de branco, sorria e encha a cara. Nada mudará no dia seguinte a não ser que ao invés de colocar 31/12/2009 você irá colocar 01/01/2010.
Números, apenas números.
Visão pessimista? Pra mim é a parte realista de tudo.
Mas no outro ano todos estão cheios de promessas de serem melhores, de fazerem tudo de maneira diferente do que fizeram. Vida nova, esse é o lema.
Pra que tanta enganação? Todos continuaram a fazer as mesmas coisas, a cometerem os mesmos erros. E eu não acho errado. Todos somos humanos e querendo ou não, aprendemos errando.
Ano que vem me da medo. Medo do que vai acontecer, do que pode estar acabando junto com esse ano, do que eu terei que enfrentar.
Último ano no colégio, vestibular, amizades, distancia. Isso tudo me assusta.
Mas estou pronta, mesmo não querendo.
Que venham as festas, o espírito natalino e a irritação do ano novo.!
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
The End.
Nunca acreditei que uma coisa durasse para sempre, mas algumas coisas eu sempre desejei que durassem...
É tão doloroso para mim, ver qualquer coisa chegando ao fim. Mesmo que não seja uma coisa minha/comigo. Me sinto mal mesmo assim.
Eu queria fazer mais do que eu já faço, não deixar que nada acabasse. Mas é tudo tão complicado.
Eu me irrito com as complicações que existem. Na verdade eu me irrito com muitas coisas.
Me irrito com a maneira que as pessoas falam, com o pouco caso que fazem com os sentimentos alheios. Me irrito com falsas promessas, tentativas desesperadas de cessar a dor. Me irrito com gente idiota, com tentativas frustradas de ser o que não é.
Me irrito quando as pessoas tentam se enganar e mais ainda quando tentam enganar as outras pessoas ao seu redor.
É mais fácil eu fazer uma lista do que não me irrita. (?)
Mas o que mais me irrita são os finais. Final de um filme, final de uma amizade, final de um namoro... Finais me irritam principalmente quando não são reais.
Ou quando não queremos que eles sejam reais.
Porque algo tem que terminar? Quem foi que inventou que tudo o que sobe desce, tudo o que vai volta, tudo que começa um dia acaba?
Isso não é certo, isso me irrita.
Me irrita saber que eu não posso lutar contra isso, que eu não posso fazer nada além de sentar e ver tudo desmoronar, tudo acabar.
Ver o final do filme é triste, mas podemos coloca-lo novamente. Mas a história é a mesma e não é aquilo que queremos assistir.
Ver o fim da amizade é triste, mas podemos sempre dar um jeitinho e tolerar erros, sempre existe uma outra chance.
Ver o fim de um namoro é triste, mas se ainda existe amor, ainda há uma chance de tudo ficar bem.
Se tem um fim que eu não acredito, é o fim do amor. Amor que é amor nunca acaba. Ele pode até se transformar em um tipo de amor desconhecido, mas ele nunca se acaba.
Finais me irritam. Eu odeio os finais.
Final do ano, pior época. Medo do que está por vir, nostalgia pelo que se passou.
A partir de agora, como será? Um final sempre vem cheio de dúvidas e respostas e medos infundados e coisas que não queremos nas nossas vidas.
As vezes eu rezo para tudo ser para sempre. Mas se tudo fosse para sempre, a tristeza de uns nunca teria um fim. E esse é o lado bom do fim.
Nem tudo que é bom dura tempo o bastante, mas nem tudo que é ruim é para sempre.
Mas mesmo assim, eu continuo odiando os finais.
Coisa injusta esse tal de fim, faz a gente passar por tantas coisas.
Eu queria poder fazer mais, além de ter que sentar e ver tudo desmoronar.
Finais me irritam.
É tão doloroso para mim, ver qualquer coisa chegando ao fim. Mesmo que não seja uma coisa minha/comigo. Me sinto mal mesmo assim.
Eu queria fazer mais do que eu já faço, não deixar que nada acabasse. Mas é tudo tão complicado.
Eu me irrito com as complicações que existem. Na verdade eu me irrito com muitas coisas.
Me irrito com a maneira que as pessoas falam, com o pouco caso que fazem com os sentimentos alheios. Me irrito com falsas promessas, tentativas desesperadas de cessar a dor. Me irrito com gente idiota, com tentativas frustradas de ser o que não é.
Me irrito quando as pessoas tentam se enganar e mais ainda quando tentam enganar as outras pessoas ao seu redor.
É mais fácil eu fazer uma lista do que não me irrita. (?)
Mas o que mais me irrita são os finais. Final de um filme, final de uma amizade, final de um namoro... Finais me irritam principalmente quando não são reais.
Ou quando não queremos que eles sejam reais.
Porque algo tem que terminar? Quem foi que inventou que tudo o que sobe desce, tudo o que vai volta, tudo que começa um dia acaba?
Isso não é certo, isso me irrita.
Me irrita saber que eu não posso lutar contra isso, que eu não posso fazer nada além de sentar e ver tudo desmoronar, tudo acabar.
Ver o final do filme é triste, mas podemos coloca-lo novamente. Mas a história é a mesma e não é aquilo que queremos assistir.
Ver o fim da amizade é triste, mas podemos sempre dar um jeitinho e tolerar erros, sempre existe uma outra chance.
Ver o fim de um namoro é triste, mas se ainda existe amor, ainda há uma chance de tudo ficar bem.
Se tem um fim que eu não acredito, é o fim do amor. Amor que é amor nunca acaba. Ele pode até se transformar em um tipo de amor desconhecido, mas ele nunca se acaba.
Finais me irritam. Eu odeio os finais.
Final do ano, pior época. Medo do que está por vir, nostalgia pelo que se passou.
A partir de agora, como será? Um final sempre vem cheio de dúvidas e respostas e medos infundados e coisas que não queremos nas nossas vidas.
As vezes eu rezo para tudo ser para sempre. Mas se tudo fosse para sempre, a tristeza de uns nunca teria um fim. E esse é o lado bom do fim.
Nem tudo que é bom dura tempo o bastante, mas nem tudo que é ruim é para sempre.
Mas mesmo assim, eu continuo odiando os finais.
Coisa injusta esse tal de fim, faz a gente passar por tantas coisas.
Eu queria poder fazer mais, além de ter que sentar e ver tudo desmoronar.
Finais me irritam.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Senseless, Meaningless Things Simple.
Não vim aqui para falar de um assunto especificamente. Muitas coisas andam acontecendo e tudo está cada vez mais complicado e fora do lugar. Eu estou cada dia mais confusa, mais perdida.
Eu tenho todos os motivos do mundo para odiar muitas pessoas, mas eu não consigo ser assim.
Na verdade eu tenho tantos defeitos, sou tão rabugenta, estúpida, sem educação e muitas vezes eu pego pesado com tudo e principalmente com as palavras que eu sei que vão machucar, mas que também faram as pessoas pararem pra pensar nas coisas que estão acontecendo, no que elas estão fazendo. Não me orgulho disso. É, talvez me orgulhe sim, mas tanto faz.
Meu lado ruim não é nada ruim, é péssimo, mas penso que se a pessoa não consegue tolera-lo, conviver com ele, ela não merece conhecer o meu lado bom.
Hoje eu recebi um e-mail, que me fez chorar muito. Mas não de tristeza, pode até ser que seja um pouco de tristeza sim, mas a maior parte foi de alegria, de saudades.
Eu percebi o quanto as minhas amigas de infância me fazem falta, como elas são importantes para mim e o quanto o que eu mais desejo hoje, é voltar a ser criança, voltar para aquela época, onde era tudo tão complicado aos meu olhos, mas ao mesmo tempo tudo tão fácil.
Não tinham problemas que não tivessem solução, não existiam amores mal resolvidos e nem brigas com amigas por causa de atitudes que elas tomam por causa de namorados.
Era tudo tão... inexplicável.
Eu continuo aqui, vendo a minha história passando por minha mente várias e várias vezes, e a saudades continua apertando o meu peito e eu nada posso fazer.
Tenho tantas coisas na cabeça agora, nem estou me preocupando em ser coerente, mesmo porque não há coerência em mais nada aqui.
São problemas que não me pertencem, mas são tão meus, que chegam a sufocar. Essa ligação estranha que existe entre mim e o incerto, entre mim e os problemas dele. As vezes eu me perco em tantos sentimentos confusos e ando com medo das coisas que eu estou sentindo.
Tudo o que ele sente eu sinto também. Todas as angustias, os medos, as incertezas, os problemas, tudo. Nada me passa.
Eu queria que isso parasse, mas eu sou completamente dele. Só queria que ele também fosse completamente meu.
Sabe o que eu fiz? Uma carta com 16 páginas. Mais uma que nunca será entregue.
Cheguei até a pensar que não vale mais nada. Já está tudo errado mesmo, que continue. Mancadas e mais mancadas, erros e mais erros. Onde está o problema? Alguém pode me ajudar antes que eu fique louca?
Será que eu sou o problema? Eu gostaria de fazer tantas coisas, queria e poderia fazer tão mais do que eu fiz, mas não entendo porque não fiz.
Talvez seja porque não deixaram, mas eu tenho consciência de que muitas das vezes eu não fiz porque eu não queria. Por estar simplesmente desacreditada de tudo, tendo a certeza de que era perda de tempo me expor e me judiar mais. Burra, burra, burra.
Poderia ser tudo tão diferente...
Mas eu aprendi uma coisa, quem realmente quer, consegue.
Eu já fui tão longe com todas as coisas, com todas essas histórias, com toda essa minha teimosia. Não vai mudar em nada se eu parar agora, só me decepcionarei comigo mesma, por não dar o meu melhor. Eu não sou de desistir de nada e nem de voltar atrás nas minhas decisões. Pode não parecer, mas muitas coisas que eu escrevi aqui sobre ele, sobre desistir dele, nunca foram reais, eu nunca tivera de fato decidido aquilo. Era vontade, mas não decisão, não coragem.
E esses dias eu ando tão corajosa.
Segurando barras na família sem me desesperar, controlando a situação com ele. Desafiando aquela que se acha a melhor, mas na verdade é uma vagabunda.... Ando conseguindo me controlar também a respeito das mancadas, inúmeras e repetitivas mancadas que um certo alguém anda dando.
Eu estou cansada de tudo isso, mas já que eu cheguei até aqui, é muito tarde para desistir. Eu sou teimosa e cabeça dura demais para isso. Eu não quero isso.
Gosto da sensação de que fiz o meu melhor, gosto da sensação da vitória.
Abalada sim, mas fraquejando nunca.
Eu queria voltar no tempo, mas não adiantaria nada e não seria para mudar coisas que eu já fiz. Seria apenas para matar a saudades, para poder ter aquelas sensações, aquelas experiências tão únicas e incríveis novamente. Ao lado daquelas que me fazem muita falta.
Quanta estupidez meu. Não me intendo. Juro que não.
Eu queria ser melhor, eu queria me sentir bem em todos os momentos, não em breves e pequenos espaços que me sobram sem nada atormentar minha mente.
É tudo tão esquisito, eu estou tão confusa.
Eu tenho todos os motivos do mundo para odiar muitas pessoas, mas eu não consigo ser assim.
Na verdade eu tenho tantos defeitos, sou tão rabugenta, estúpida, sem educação e muitas vezes eu pego pesado com tudo e principalmente com as palavras que eu sei que vão machucar, mas que também faram as pessoas pararem pra pensar nas coisas que estão acontecendo, no que elas estão fazendo. Não me orgulho disso. É, talvez me orgulhe sim, mas tanto faz.
Meu lado ruim não é nada ruim, é péssimo, mas penso que se a pessoa não consegue tolera-lo, conviver com ele, ela não merece conhecer o meu lado bom.
Hoje eu recebi um e-mail, que me fez chorar muito. Mas não de tristeza, pode até ser que seja um pouco de tristeza sim, mas a maior parte foi de alegria, de saudades.
Eu percebi o quanto as minhas amigas de infância me fazem falta, como elas são importantes para mim e o quanto o que eu mais desejo hoje, é voltar a ser criança, voltar para aquela época, onde era tudo tão complicado aos meu olhos, mas ao mesmo tempo tudo tão fácil.
Não tinham problemas que não tivessem solução, não existiam amores mal resolvidos e nem brigas com amigas por causa de atitudes que elas tomam por causa de namorados.
Era tudo tão... inexplicável.
Eu continuo aqui, vendo a minha história passando por minha mente várias e várias vezes, e a saudades continua apertando o meu peito e eu nada posso fazer.
Tenho tantas coisas na cabeça agora, nem estou me preocupando em ser coerente, mesmo porque não há coerência em mais nada aqui.
São problemas que não me pertencem, mas são tão meus, que chegam a sufocar. Essa ligação estranha que existe entre mim e o incerto, entre mim e os problemas dele. As vezes eu me perco em tantos sentimentos confusos e ando com medo das coisas que eu estou sentindo.
Tudo o que ele sente eu sinto também. Todas as angustias, os medos, as incertezas, os problemas, tudo. Nada me passa.
Eu queria que isso parasse, mas eu sou completamente dele. Só queria que ele também fosse completamente meu.
Sabe o que eu fiz? Uma carta com 16 páginas. Mais uma que nunca será entregue.
Cheguei até a pensar que não vale mais nada. Já está tudo errado mesmo, que continue. Mancadas e mais mancadas, erros e mais erros. Onde está o problema? Alguém pode me ajudar antes que eu fique louca?
Será que eu sou o problema? Eu gostaria de fazer tantas coisas, queria e poderia fazer tão mais do que eu fiz, mas não entendo porque não fiz.
Talvez seja porque não deixaram, mas eu tenho consciência de que muitas das vezes eu não fiz porque eu não queria. Por estar simplesmente desacreditada de tudo, tendo a certeza de que era perda de tempo me expor e me judiar mais. Burra, burra, burra.
Poderia ser tudo tão diferente...
Mas eu aprendi uma coisa, quem realmente quer, consegue.
Eu já fui tão longe com todas as coisas, com todas essas histórias, com toda essa minha teimosia. Não vai mudar em nada se eu parar agora, só me decepcionarei comigo mesma, por não dar o meu melhor. Eu não sou de desistir de nada e nem de voltar atrás nas minhas decisões. Pode não parecer, mas muitas coisas que eu escrevi aqui sobre ele, sobre desistir dele, nunca foram reais, eu nunca tivera de fato decidido aquilo. Era vontade, mas não decisão, não coragem.
E esses dias eu ando tão corajosa.
Segurando barras na família sem me desesperar, controlando a situação com ele. Desafiando aquela que se acha a melhor, mas na verdade é uma vagabunda.... Ando conseguindo me controlar também a respeito das mancadas, inúmeras e repetitivas mancadas que um certo alguém anda dando.
Eu estou cansada de tudo isso, mas já que eu cheguei até aqui, é muito tarde para desistir. Eu sou teimosa e cabeça dura demais para isso. Eu não quero isso.
Gosto da sensação de que fiz o meu melhor, gosto da sensação da vitória.
Abalada sim, mas fraquejando nunca.
Eu queria voltar no tempo, mas não adiantaria nada e não seria para mudar coisas que eu já fiz. Seria apenas para matar a saudades, para poder ter aquelas sensações, aquelas experiências tão únicas e incríveis novamente. Ao lado daquelas que me fazem muita falta.
Quanta estupidez meu. Não me intendo. Juro que não.
Eu queria ser melhor, eu queria me sentir bem em todos os momentos, não em breves e pequenos espaços que me sobram sem nada atormentar minha mente.
É tudo tão esquisito, eu estou tão confusa.
domingo, 6 de dezembro de 2009
My Favorite Kind Of Heroine.
Não queria mais uma vez vir aqui e escrever sobre ele, sobre nós.
E 'de repente, não mais que de repente' eu estou aqui novamente, pensando em tudo o que se passou, em todas as coisas que eu fiz, em tudo que ele representa e tudo o que eu sinto.
Ninguém entende como essa coisa é possível, mas eu não consigo ficar com raiva dele. Não consigo me livrar desse amor, dessa coisa que me prende a ele.
Talvez seja uma parte inconsciente que se agarre a esse sentimento tão incontrolávelmente que me impede de ser realmente independente e não deixe que eu me livre de tudo isso.
É, pensando bem, eu nunca tive esperanças que passasse... Na realidade eu sempre soube que não passaria e que no final eu sempre o perdoarei de todos os erros cometidos. Por mais que eu negue, essa é a verdade.
Pode até ser complicado pra quem vê de fora, mas para mim, que o conheço tão bem, também parece um erro, mas é mais justificável.
Por saber bem o que se passa, por saber bem como as coisas são, eu meio que vou me anulando e sempre procuro um lado positivo nas coisas.
Dessa vez eu pensei: 'por que tanto desespero se nem namorando estamos mais e se eu também não sou completamente fiel a ele?'
E mais uma vez, a raiva passou, a magoa sumiu e só ficou aqui comigo o vazio, a ausência, essa distancia pouca, mas tão dolorosa que há entre nós nesse momento.
Não falar com ele é tão torturante, tão triste.
Queria MUITO poder consertar tudo isso, fazê-lo entender que as coisas não estão dando certo do modo dele, e que dessa vez ele terá que mudar pelo nosso bem.
Pensando melhor, parte da culpa é minha. Por ser fraca, e sem coragem, anulo, adio a nossa conversa a 5 meses já. Não coloco tudo pra fora, não lhe conto como me sinto. Talvez seja isso que falte.
Acho que esse tempo está acabando, o dia da conversa está chegando e eu só não o desejo mais que a ele mesmo. Preciso acabar com essa tortura.
Enquanto isso, eu fico aqui, pensando, tentando colocar as ideias no lugar. Mas eu já sei que é em vão. Ninguém mais acredita em mim. Nem mesmo eu.
Eu sei que não conseguirei cumprir. Eu não quero cumprir essa decisão. Ficar longe dele é anti vida para mim. Mesmo que deva ser o contrário.
Sinto que está em minhas mãos, eu sei que consigo deixar tudo bem. Eu sei que decepcionarei MUITAS pessoas mais uma vez. E eu lamento muito por isso.
Sei que elas não merecem me ter falando em suas orelhas por mais sei lá quantos dias, se tudo der errado novamente, Mas eu quero tentar. :/
Na verdade, eu PRECISO tentar, não é nem querer. Quem sabe assim eu não aprenda.
Estou mais uma vez me agarrando a isso, sem saber quais serão as consequências, e não sinto medo algum.
Tenho duas opções: ou eu já estou acostumada com essa situação, ou eu sou realmente louca e masoquista.
Difícil, mas eu não quero mudar. Não adianta mais eu tentar me enganar, que é isso que eu ando fazendo.
Dizendo a todos que eu estou bem, que eu estou feliz, que tudo vai passar. Dizendo tudo isso a mim mesma. Grandes mentiras que me confortam.
Cansei de tentar esconder de mim a realidade. Eu estou 'sozinha' e nada pode mudar isso. Minhas amigas estão namorando, eu não tenho ninguém por perto para me dar atenção... Sim, em partes pode ser ciumes, mas por outra é a pura realidade. Nunca me senti tão só quanto hoje. Nem com ele eu podia contar, pois não estou conversando com ele. Nunca me senti tão triste, tão perdida.
No fundo ele me faz bem, é minha companhia, meu porto seguro, minha vida.
Me lembro de como é ser feliz quando estou perto dele.
----
-"Sabe, suas mudanças de humor estão me deixando atordoada."
-"E se eu não for o herói? E se eu for...... o vilão?"
-"Você não é. Posso ver o que você tenta aparentar. Mas posso ver que é apenas para manter as pessoas afastadas de você. É uma máscara."
(...)
-"Agora estou com medo. Não estou com medo de você.
Só estou com medo de te perder. Como se você fosse desaparecer."
----
E nada vai conseguir mudar o que ficou.
Quando penso em alguém, só penso em você. E ai então, estamos bem.
Mesmo com tantos motivos, pra deixar tudo como está. Nem discutir nem tentar agora, tanto faz.
----
Não conseguia se lembrar da última vez em que estivera verdadeiramente feliz, quando alguém ou algo a fazia rir tanto que seu estômago a incomodava e seu maxilar doía. Sentia falta de ir para cama à noite sem absolutamente nada na cabeça, sentia falta de apreciar a comida, em vez de comer ser apenas algo que precisava enfrentar a fim de continuar viva, detestava as contrações na barriga cada vez que se lembrava. Sentia falta de apreciar seus programas de televisão favoritos, em vez de apenas assisti-los sem interesse, somente para passar as horas. Detestava não ter motivo algum para acordar; detestava a sensação que tinha quando acordava. Detestava não sentir excitação alguma e não ter nada por que ansiar. Sentia falta de ser amada. Sentia falta dos olhos dele sobre ela quando entrava em um cômodo; sentia falta dos seus toques, seus abraços, seus conselhos, suas palavras de amor.
----
Eu fui enganado por você eu não sei desde quando. Então eu decidi, isso tem que ter um fim. Olhe para mim agora, será que um dia eu aprenderei?
Eu não sei como, mas de repente eu perco o controle. Há um fogo dentro da minha alma. Apenas um olhar e eu posso ouvir um sino tocar. Mais um olhar e eu esqueço tudo.
"Mamma Mia", aqui vou eu novamente. Nossa, como eu posso resistir a você?
"Mamma Mia", está aparecendo de novo? Nossa, como eu senti sua falta.
Sim, meu coração está partido, triste desde o dia que nós nos separamos. Por quê? Por que eu o deixei partir?
"Mamma Mia" agora eu realmente sei. Nossa, eu nunca poderia deixá-lo ir. Fiquei brava e triste com as coisas que você faz.
Eu não posso contar todas as vezes que eu te disse que nossa relação estava acabada. E quando você vai, quando você bate a porta, eu acho que você sabe que não ficará longe por muito tempo. Você sabe que eu não sou tão forte.
Apenas um olhar e eu posso ouvir um sino tocar. Mais um olhar e eu esqueço tudo.
E 'de repente, não mais que de repente' eu estou aqui novamente, pensando em tudo o que se passou, em todas as coisas que eu fiz, em tudo que ele representa e tudo o que eu sinto.
Ninguém entende como essa coisa é possível, mas eu não consigo ficar com raiva dele. Não consigo me livrar desse amor, dessa coisa que me prende a ele.
Talvez seja uma parte inconsciente que se agarre a esse sentimento tão incontrolávelmente que me impede de ser realmente independente e não deixe que eu me livre de tudo isso.
É, pensando bem, eu nunca tive esperanças que passasse... Na realidade eu sempre soube que não passaria e que no final eu sempre o perdoarei de todos os erros cometidos. Por mais que eu negue, essa é a verdade.
Pode até ser complicado pra quem vê de fora, mas para mim, que o conheço tão bem, também parece um erro, mas é mais justificável.
Por saber bem o que se passa, por saber bem como as coisas são, eu meio que vou me anulando e sempre procuro um lado positivo nas coisas.
Dessa vez eu pensei: 'por que tanto desespero se nem namorando estamos mais e se eu também não sou completamente fiel a ele?'
E mais uma vez, a raiva passou, a magoa sumiu e só ficou aqui comigo o vazio, a ausência, essa distancia pouca, mas tão dolorosa que há entre nós nesse momento.
Não falar com ele é tão torturante, tão triste.
Queria MUITO poder consertar tudo isso, fazê-lo entender que as coisas não estão dando certo do modo dele, e que dessa vez ele terá que mudar pelo nosso bem.
Pensando melhor, parte da culpa é minha. Por ser fraca, e sem coragem, anulo, adio a nossa conversa a 5 meses já. Não coloco tudo pra fora, não lhe conto como me sinto. Talvez seja isso que falte.
Acho que esse tempo está acabando, o dia da conversa está chegando e eu só não o desejo mais que a ele mesmo. Preciso acabar com essa tortura.
Enquanto isso, eu fico aqui, pensando, tentando colocar as ideias no lugar. Mas eu já sei que é em vão. Ninguém mais acredita em mim. Nem mesmo eu.
Eu sei que não conseguirei cumprir. Eu não quero cumprir essa decisão. Ficar longe dele é anti vida para mim. Mesmo que deva ser o contrário.
Sinto que está em minhas mãos, eu sei que consigo deixar tudo bem. Eu sei que decepcionarei MUITAS pessoas mais uma vez. E eu lamento muito por isso.
Sei que elas não merecem me ter falando em suas orelhas por mais sei lá quantos dias, se tudo der errado novamente, Mas eu quero tentar. :/
Na verdade, eu PRECISO tentar, não é nem querer. Quem sabe assim eu não aprenda.
Estou mais uma vez me agarrando a isso, sem saber quais serão as consequências, e não sinto medo algum.
Tenho duas opções: ou eu já estou acostumada com essa situação, ou eu sou realmente louca e masoquista.
Difícil, mas eu não quero mudar. Não adianta mais eu tentar me enganar, que é isso que eu ando fazendo.
Dizendo a todos que eu estou bem, que eu estou feliz, que tudo vai passar. Dizendo tudo isso a mim mesma. Grandes mentiras que me confortam.
Cansei de tentar esconder de mim a realidade. Eu estou 'sozinha' e nada pode mudar isso. Minhas amigas estão namorando, eu não tenho ninguém por perto para me dar atenção... Sim, em partes pode ser ciumes, mas por outra é a pura realidade. Nunca me senti tão só quanto hoje. Nem com ele eu podia contar, pois não estou conversando com ele. Nunca me senti tão triste, tão perdida.
No fundo ele me faz bem, é minha companhia, meu porto seguro, minha vida.
Me lembro de como é ser feliz quando estou perto dele.
----
-"Sabe, suas mudanças de humor estão me deixando atordoada."
-"E se eu não for o herói? E se eu for...... o vilão?"
-"Você não é. Posso ver o que você tenta aparentar. Mas posso ver que é apenas para manter as pessoas afastadas de você. É uma máscara."
(...)
-"Agora estou com medo. Não estou com medo de você.
Só estou com medo de te perder. Como se você fosse desaparecer."
----
E nada vai conseguir mudar o que ficou.
Quando penso em alguém, só penso em você. E ai então, estamos bem.
Mesmo com tantos motivos, pra deixar tudo como está. Nem discutir nem tentar agora, tanto faz.
----
Não conseguia se lembrar da última vez em que estivera verdadeiramente feliz, quando alguém ou algo a fazia rir tanto que seu estômago a incomodava e seu maxilar doía. Sentia falta de ir para cama à noite sem absolutamente nada na cabeça, sentia falta de apreciar a comida, em vez de comer ser apenas algo que precisava enfrentar a fim de continuar viva, detestava as contrações na barriga cada vez que se lembrava. Sentia falta de apreciar seus programas de televisão favoritos, em vez de apenas assisti-los sem interesse, somente para passar as horas. Detestava não ter motivo algum para acordar; detestava a sensação que tinha quando acordava. Detestava não sentir excitação alguma e não ter nada por que ansiar. Sentia falta de ser amada. Sentia falta dos olhos dele sobre ela quando entrava em um cômodo; sentia falta dos seus toques, seus abraços, seus conselhos, suas palavras de amor.
----
Eu fui enganado por você eu não sei desde quando. Então eu decidi, isso tem que ter um fim. Olhe para mim agora, será que um dia eu aprenderei?
Eu não sei como, mas de repente eu perco o controle. Há um fogo dentro da minha alma. Apenas um olhar e eu posso ouvir um sino tocar. Mais um olhar e eu esqueço tudo.
"Mamma Mia", aqui vou eu novamente. Nossa, como eu posso resistir a você?
"Mamma Mia", está aparecendo de novo? Nossa, como eu senti sua falta.
Sim, meu coração está partido, triste desde o dia que nós nos separamos. Por quê? Por que eu o deixei partir?
"Mamma Mia" agora eu realmente sei. Nossa, eu nunca poderia deixá-lo ir. Fiquei brava e triste com as coisas que você faz.
Eu não posso contar todas as vezes que eu te disse que nossa relação estava acabada. E quando você vai, quando você bate a porta, eu acho que você sabe que não ficará longe por muito tempo. Você sabe que eu não sou tão forte.
Apenas um olhar e eu posso ouvir um sino tocar. Mais um olhar e eu esqueço tudo.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
One More.
As vezes faço o que quero e as vezes faço o que tenho que fazer.
Eu nunca tive muito a ver com ele. Como chegar nele eu não sei, ele é tão diferente e eu igual a todo mundo.
Nem tudo lhe cai bem, é um risco que se assume, é errando que acaba bem.
Mas se eu não puder fazer ele a pessoa mais feliz, eu chego o mais perto disso possível. Todos os inconvenientes a nosso favor.
O tempo as vezes é alheio as nossas vontades, mas só o que é bom dura o tempo suficiente para se tornar inesquecível.
Vários dias difíceis, altos momentos desperdiçados. Não vou mais jogar a vida para o alto, não quero mais desperdícios. Mas eu gosto dos exageros dele, eu amo o tal incerto.
Minha vida passa e eu luto contra o tempo, tudo o que eu desejo é poder voltar no tempo, ter ele para mim só mais uma vez.
Aquele rosto, aquele gosto, aquele cheiro...
Fiz da dele, a minha, a nossa história. Ele é o que eu quero, o que eu espero, não me lembro mais como era viver sem ele.
Tudo isso é demais pra mim, eu vou congelando no tempo, querendo, esperando... Quando ele vai chegar? Que horas ele vai voltar? Preciso dele para lembrar de respirar.
Mais uma vez ele se vai e eu fico aqui a esperar. Será que um dia isso vai mudar?
Não vivo para ser entendida, mas vivo tentando entender ele. O que há de errado em mim? Quero viver com liberdade, mas amo dividir minha vida com ele. Preciso mudar minha maneira de encara-lo.
Muitas pessoas já passaram pela minha vida, algumas continuam, outras tantas se foram... Mas com ele foi totalmente diferente. Ele é único, especial demais.
Só de pensar nele já me faz sorrir.
Aquele sorriso que eu amo, aquele que me enlouquece e faz com que eu só veja ele. Aquele cheiro, único e especial, só dele, tão dele. Aquele carinho, aquele mau humor que sempre termina com um 'relaxa' e aquele bom humor que vem com um: 'e ai, tá tirando?', simplesmente ele. Na forma única, complexa, é tudo o que eu mais amo e mais desejo.
Se ele não existisse, eu teria que inventa-lo com todos esses defeitos sem iguais, tão banais, tão demais, mas tão meus, tão dele. Porque eu não vivo sem os exageros dele.
Eu preciso das perfeições e imperfeições, tudo misturado, do jeitinho que ele é. Preciso dele agora.
Eu nunca fui desse tipo que fala coisas só por falar, pra agradar, e nunca foi meu estilo fazer promessas só pra conquistar. Não me confunda com outras que já erraram ou brincaram com o coração dele. Tente entender, que toda regra tem sua excessão, ele não pode se fechar para o mundo assim, nem me julgar errada ou perfeita. Decidida a me render, voltei atrás, querendo me perder, tive que salva-lo. Vou errando, tentando acertas.
Mudar o foco não vai adiantar. Cansei, juro que cansei, mais uma vez. Mas sou assim, não consigo parar.
Os dias nunca foram iguais, nada nunca foi comum, mas depois de dele... Como mudou. O inesperavel se tornou rotina esperada, a rotina se transformou em cacos.
Então eu aprendi a amá-lo pelo que ele é, não pelo que faz ou que diz. Eu aprendi que ele vai além de palavras ou explicações. Um dia eu olhei profundamente nos olhos dele e me perdi, não sei mais voltar, não quero mais voltar, é tão bom aqui...
Eu nunca tive muito a ver com ele. Como chegar nele eu não sei, ele é tão diferente e eu igual a todo mundo.
Nem tudo lhe cai bem, é um risco que se assume, é errando que acaba bem.
Mas se eu não puder fazer ele a pessoa mais feliz, eu chego o mais perto disso possível. Todos os inconvenientes a nosso favor.
O tempo as vezes é alheio as nossas vontades, mas só o que é bom dura o tempo suficiente para se tornar inesquecível.
Vários dias difíceis, altos momentos desperdiçados. Não vou mais jogar a vida para o alto, não quero mais desperdícios. Mas eu gosto dos exageros dele, eu amo o tal incerto.
Minha vida passa e eu luto contra o tempo, tudo o que eu desejo é poder voltar no tempo, ter ele para mim só mais uma vez.
Aquele rosto, aquele gosto, aquele cheiro...
Fiz da dele, a minha, a nossa história. Ele é o que eu quero, o que eu espero, não me lembro mais como era viver sem ele.
Tudo isso é demais pra mim, eu vou congelando no tempo, querendo, esperando... Quando ele vai chegar? Que horas ele vai voltar? Preciso dele para lembrar de respirar.
Mais uma vez ele se vai e eu fico aqui a esperar. Será que um dia isso vai mudar?
Não vivo para ser entendida, mas vivo tentando entender ele. O que há de errado em mim? Quero viver com liberdade, mas amo dividir minha vida com ele. Preciso mudar minha maneira de encara-lo.
Muitas pessoas já passaram pela minha vida, algumas continuam, outras tantas se foram... Mas com ele foi totalmente diferente. Ele é único, especial demais.
Só de pensar nele já me faz sorrir.
Aquele sorriso que eu amo, aquele que me enlouquece e faz com que eu só veja ele. Aquele cheiro, único e especial, só dele, tão dele. Aquele carinho, aquele mau humor que sempre termina com um 'relaxa' e aquele bom humor que vem com um: 'e ai, tá tirando?', simplesmente ele. Na forma única, complexa, é tudo o que eu mais amo e mais desejo.
Se ele não existisse, eu teria que inventa-lo com todos esses defeitos sem iguais, tão banais, tão demais, mas tão meus, tão dele. Porque eu não vivo sem os exageros dele.
Eu preciso das perfeições e imperfeições, tudo misturado, do jeitinho que ele é. Preciso dele agora.
Eu nunca fui desse tipo que fala coisas só por falar, pra agradar, e nunca foi meu estilo fazer promessas só pra conquistar. Não me confunda com outras que já erraram ou brincaram com o coração dele. Tente entender, que toda regra tem sua excessão, ele não pode se fechar para o mundo assim, nem me julgar errada ou perfeita. Decidida a me render, voltei atrás, querendo me perder, tive que salva-lo. Vou errando, tentando acertas.
Mudar o foco não vai adiantar. Cansei, juro que cansei, mais uma vez. Mas sou assim, não consigo parar.
Os dias nunca foram iguais, nada nunca foi comum, mas depois de dele... Como mudou. O inesperavel se tornou rotina esperada, a rotina se transformou em cacos.
Então eu aprendi a amá-lo pelo que ele é, não pelo que faz ou que diz. Eu aprendi que ele vai além de palavras ou explicações. Um dia eu olhei profundamente nos olhos dele e me perdi, não sei mais voltar, não quero mais voltar, é tão bom aqui...
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Fears and Frustrations.
Com o passar do tempo, vamos nos deparando com coisas que acabam por muitas vezes nos assustando, e nos deixando cada vez com mais medo do futuro.
Quando somos pequenos, não pensamos muito nisso, apenas vivemos um dia de cada vez, e não ligamos para o que está por vir. Temos medo apenas de dormir sem a mãe, coisas assim.
Com o passar do tempo, vamos percebendo que muitas coisas podem acontecer. Muitas coisas podem influenciar nossas vidas, nossas atitudes.
Conforme vamos nos tornando conscientes, vamos ficando medrosos. Eu nunca quis fazer planos por causa disso. Tenho medo de planejar, planejar e me frustrar, acabar não sendo como eu queria e me machucar.
Tenho medo de perceber que não era nada daquilo que eu imaginava, e quebrar a cara, como muitas vezes eu já fiz.
Mas parar de fazer planos não me impede de quebrar a cara, parar de imaginar coisas e fugir do futuro, não me impede de ter medo do que possa acontecer.
Me frustra saber que eu sou a única que não consigo fazer planos. Todas as minhas amigas sonham em casar, ou ter filhos, ou os dois. Sonham com carreiras brilhantes, coisas do tipo.
Eu tenho medo de por essa minha maneira de ser, não conseguir ser boa o suficiente para ser como minha mãe, ou sei lá. Independente física e economicamente de todas as pessoas. Solteira, mas com uma boa casa, um bom emprego.
Claro que eu tenho desejos de fazer boa carreira, mas não fico planejando meu futuro, em que faculdade estudar, em que cidade morar, como será minha casa...
Apenas vou seguindo minha vida, como der, como for possível. O que vier, com toda certeza, é lucro.
Não tenho medo de fantasmas, não tenho medo de insetos, de assalto, tiroteio, nada disso. Tenho medo de perder minha mãe, minhas amigas e aquele tão importante. Tenho medo de me frustrar. Tenho medo de não conseguir atingir minhas próprias expectativas sobre mim mesma. De não conseguir ser tão boa quanto eu quero ser, quanto eu sei que sou capaz de ser, mas que muitas vezes tenho medo de ser.
Estranho, ando cada vez mais confusa, medrosa.
Quando somos pequenos, não pensamos muito nisso, apenas vivemos um dia de cada vez, e não ligamos para o que está por vir. Temos medo apenas de dormir sem a mãe, coisas assim.
Com o passar do tempo, vamos percebendo que muitas coisas podem acontecer. Muitas coisas podem influenciar nossas vidas, nossas atitudes.
Conforme vamos nos tornando conscientes, vamos ficando medrosos. Eu nunca quis fazer planos por causa disso. Tenho medo de planejar, planejar e me frustrar, acabar não sendo como eu queria e me machucar.
Tenho medo de perceber que não era nada daquilo que eu imaginava, e quebrar a cara, como muitas vezes eu já fiz.
Mas parar de fazer planos não me impede de quebrar a cara, parar de imaginar coisas e fugir do futuro, não me impede de ter medo do que possa acontecer.
Me frustra saber que eu sou a única que não consigo fazer planos. Todas as minhas amigas sonham em casar, ou ter filhos, ou os dois. Sonham com carreiras brilhantes, coisas do tipo.
Eu tenho medo de por essa minha maneira de ser, não conseguir ser boa o suficiente para ser como minha mãe, ou sei lá. Independente física e economicamente de todas as pessoas. Solteira, mas com uma boa casa, um bom emprego.
Claro que eu tenho desejos de fazer boa carreira, mas não fico planejando meu futuro, em que faculdade estudar, em que cidade morar, como será minha casa...
Apenas vou seguindo minha vida, como der, como for possível. O que vier, com toda certeza, é lucro.
Não tenho medo de fantasmas, não tenho medo de insetos, de assalto, tiroteio, nada disso. Tenho medo de perder minha mãe, minhas amigas e aquele tão importante. Tenho medo de me frustrar. Tenho medo de não conseguir atingir minhas próprias expectativas sobre mim mesma. De não conseguir ser tão boa quanto eu quero ser, quanto eu sei que sou capaz de ser, mas que muitas vezes tenho medo de ser.
Estranho, ando cada vez mais confusa, medrosa.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Logbook.
Sim, eu inventei de ir para Recife em um momento digamos que... crítico da minha vida. Então comprei a passagem para Novembro e quando Novembro chegou, eu descobri que não queria e não precisava mais me distanciar. Mas fui, tinha que ir agora.
No avião eu sentei ao lado de um senhor, e minha madrinha e a amiga dela, sentaram atrás de nós. Pobre senhor, ele não aguentava mais eu falando na orelha dele. As três não calavam a boca um segundo, eu ficava olhando para traz a todo momento e nós riamos muito alto, o tempo todo.
No meio da viagem o senhor supostamente foi ao banheiro, mas alguns instantes depois, sentou ao meu lado uma mulher, a filha dele. haha' o coitado não aguentou e trocou de lugar com a filha que estava sentada mais atrás do avião.
Essa foi outra, que queria me matar, teve um momento em que eu olhei para ela e ela estava de olhos fechados e tampando o ouvido. haha' foi muito engraçado.
Minha madrinha me jogou sacos de batatinha, estourou a pulseira e fez nós ficarmos procurando as pedrinhas que caíram... uma farofa! haha'
Chegando em Recife, fomos direto para casa do meu tio, e lá, querendo dormir, ele não deixava. Mudou toda a decoração do quarto 'para nos acomodar melhor'. Coitado, eu entendo, mas ele precisava fazer aquilo a hora que nós chegamos? Não poderia ser antes?
Quando finalmente conseguimos dormir, as 4 horas da manhã, lá começa a amanhecer. É a morte, sim, a morte.
Acordei as 7 horas e fiquei fazendo hora para não ir a praia, mas não teve jeito, me arrastaram para lá e eu fui, mas com uma camada de protetor solar fator 30 e mais uma de bloqueador solar fator 60. Sem contar nas camisetas e no shorts e os três guardas-sol que eu fiquei escondida em baixo.
Depois disso, eu almocei, dormi e mais tarde me enfiaram dentro de um barco. Meu Deus, o que eu estava fazendo ali? Eu não quero entrar no barco!!
Bom, tive que ir. Passei por todos os rios principais que cortam a cidade, até que é bonito de se ver, mas é enjoativo, cansativo e aquele ar grosso de água do mar misturado com água salgada estava me sufocando. :s
Quando eu sai de dentro do barco, eu fiquei 45 minutos esperando meu primo ir nos buscar. Mais risada. Nós três juntas só falamos e fazemos besteira.
Fomos para casa, jantamos e fomos ao shopping. Essa foi a parte que eu mais gostei! Comprei um livro e passeei bastante. Foi bom. Pena que eu não encontrei a Melissa que eu queria na cor que eu queria. :(
Sábado: acordei as 8:30 da manhã, sim, o sol já estava batendo no meu rosto desde as 5 horas da manhã. Me arrumei e fui para a casa do meu primo. De lá seguimos para Porto de Galinhas.
Mais praia! Foi nesse dia que me enfiaram dentro do mar, eu descobri que tenho algum tipo de alergia a praia, porque fiquei toda empipocada, toda vermelha. Um saco. :@
Passei o dia com um calor infernal sob e sobre mim. Até que por um milagre começou a chover. Eba!
Ficamos andando pelo centro da cidade, em baixo de chuva (muito bom *-*), e eu não achei a minha Melissa na cor certa lá também.
Voltamos para casa e fomos visitar a tia Irma, ela nem está tão mal quanto me falavam, eu achei que ela está muito bem até, a não ser pelos problemas que ela já tinha quando morava aqui.
De lá fomos para uma pizzaria e depois casa!
Domingo: acordei as 8:30 da manhã, e não fui a praia, dessa vez eu me recusei a ter que ir até aquele local que eu detesto. Fiquei em casa com o meu tio lendo meu livro e assistindo Multishow. Amei poder fazer o que eu mais gosto, dormir, assistir TV e ler. :)
Quando minha madrinha voltou da praia, dei muita risada com ela contando que o Heitor, o afilhado da minha tia que mora lá, foi a praia com elas e do nada saiu correndo e elas chamavam ele e ele não parava de correr e elas correndo atrás dele... Diz que foi a cena mais engraçada. Correram quarteirões atrás do garoto. Tudo porque ele queria um 'soveti'. (me apaixonei pelo sotaque dele)
Almoçamos, dormimos e fomos para Olinda. O cidade complicada. Sobe ladeira, desce ladeira, passa calor, passa aperto, tira foto... Cansativo, chato.
Voltamos de Olinda e fomos para uma feira que estava tendo no centro de Recife. Meu Deus, quanta gente. De onde sai tanta gente feia? Juro, não vi uma alma bonita a não ser o moço que estava no aeroporto (queria que ele viesse embora comigo). haha'
Cheguei em casa, arrumei minhas coisas, dormi e finalmente, casa!!! Ai que felicidade!
Chegando no aeroporto, na sala de embarque, quem eu encontro? Sim, a moça que veio ao meu lado. haha' Ela me olhou com uma cara que eu poderia jurar que se estivesse sozinha, ela me mataria ali, com as próprias mãos. o.o
Entrei no avião, ouvi todas aquelas coisas típicas de antes do voo e dormi um pouquinho. Dessa vez sem falar nada, sem conversar com ninguém. Passei a viagem calada.
Quando o avião pousou, senti um medo, uma ansiedade por estar finalmente em casa. Medo por não saber como será essa semana com as pessoas. Ansiedade porque não aguentava mais ficar longe das coisas que eu gosto e das pessoas que eu amo.
Essa viagem me serviu para confirmar todas as coisas que eu tinha em mente. Sim, eu realmente odeio praia, sol, areia, água salgada e calor. Sim, realmente não tem uma pessoa bonita naquele lugar. Sim, eu realmente amo como eu imaginava, como eu sinto. Sim, as decisões que eu ando tomando estão certas, não devo abandonar nada agora. (conselhos de uma psicóloga)
Lá o capeta passa protetor solar, os camarões tem insolação e os tubarões não são brancos, são morenos 'da cor do pecado'.
Mas até que valeu a pena, até que eu ri bastante, me diverti e consegui colocar a cabeça no lugar, os pensamentos em ordem.
Foi engraçado, mas não volto lá durante uns bons 25 anos. (só se precisar ir antes)
Eu amo a minha cidade, sou mais Paulista do que imaginava. Amo a chuva daqui, o frio de doer a noite, o transito caótico e toda a poluição.
Pode ser loucura, mas eu sou assim.
No avião eu sentei ao lado de um senhor, e minha madrinha e a amiga dela, sentaram atrás de nós. Pobre senhor, ele não aguentava mais eu falando na orelha dele. As três não calavam a boca um segundo, eu ficava olhando para traz a todo momento e nós riamos muito alto, o tempo todo.
No meio da viagem o senhor supostamente foi ao banheiro, mas alguns instantes depois, sentou ao meu lado uma mulher, a filha dele. haha' o coitado não aguentou e trocou de lugar com a filha que estava sentada mais atrás do avião.
Essa foi outra, que queria me matar, teve um momento em que eu olhei para ela e ela estava de olhos fechados e tampando o ouvido. haha' foi muito engraçado.
Minha madrinha me jogou sacos de batatinha, estourou a pulseira e fez nós ficarmos procurando as pedrinhas que caíram... uma farofa! haha'
Chegando em Recife, fomos direto para casa do meu tio, e lá, querendo dormir, ele não deixava. Mudou toda a decoração do quarto 'para nos acomodar melhor'. Coitado, eu entendo, mas ele precisava fazer aquilo a hora que nós chegamos? Não poderia ser antes?
Quando finalmente conseguimos dormir, as 4 horas da manhã, lá começa a amanhecer. É a morte, sim, a morte.
Acordei as 7 horas e fiquei fazendo hora para não ir a praia, mas não teve jeito, me arrastaram para lá e eu fui, mas com uma camada de protetor solar fator 30 e mais uma de bloqueador solar fator 60. Sem contar nas camisetas e no shorts e os três guardas-sol que eu fiquei escondida em baixo.
Depois disso, eu almocei, dormi e mais tarde me enfiaram dentro de um barco. Meu Deus, o que eu estava fazendo ali? Eu não quero entrar no barco!!
Bom, tive que ir. Passei por todos os rios principais que cortam a cidade, até que é bonito de se ver, mas é enjoativo, cansativo e aquele ar grosso de água do mar misturado com água salgada estava me sufocando. :s
Quando eu sai de dentro do barco, eu fiquei 45 minutos esperando meu primo ir nos buscar. Mais risada. Nós três juntas só falamos e fazemos besteira.
Fomos para casa, jantamos e fomos ao shopping. Essa foi a parte que eu mais gostei! Comprei um livro e passeei bastante. Foi bom. Pena que eu não encontrei a Melissa que eu queria na cor que eu queria. :(
Sábado: acordei as 8:30 da manhã, sim, o sol já estava batendo no meu rosto desde as 5 horas da manhã. Me arrumei e fui para a casa do meu primo. De lá seguimos para Porto de Galinhas.
Mais praia! Foi nesse dia que me enfiaram dentro do mar, eu descobri que tenho algum tipo de alergia a praia, porque fiquei toda empipocada, toda vermelha. Um saco. :@
Passei o dia com um calor infernal sob e sobre mim. Até que por um milagre começou a chover. Eba!
Ficamos andando pelo centro da cidade, em baixo de chuva (muito bom *-*), e eu não achei a minha Melissa na cor certa lá também.
Voltamos para casa e fomos visitar a tia Irma, ela nem está tão mal quanto me falavam, eu achei que ela está muito bem até, a não ser pelos problemas que ela já tinha quando morava aqui.
De lá fomos para uma pizzaria e depois casa!
Domingo: acordei as 8:30 da manhã, e não fui a praia, dessa vez eu me recusei a ter que ir até aquele local que eu detesto. Fiquei em casa com o meu tio lendo meu livro e assistindo Multishow. Amei poder fazer o que eu mais gosto, dormir, assistir TV e ler. :)
Quando minha madrinha voltou da praia, dei muita risada com ela contando que o Heitor, o afilhado da minha tia que mora lá, foi a praia com elas e do nada saiu correndo e elas chamavam ele e ele não parava de correr e elas correndo atrás dele... Diz que foi a cena mais engraçada. Correram quarteirões atrás do garoto. Tudo porque ele queria um 'soveti'. (me apaixonei pelo sotaque dele)
Almoçamos, dormimos e fomos para Olinda. O cidade complicada. Sobe ladeira, desce ladeira, passa calor, passa aperto, tira foto... Cansativo, chato.
Voltamos de Olinda e fomos para uma feira que estava tendo no centro de Recife. Meu Deus, quanta gente. De onde sai tanta gente feia? Juro, não vi uma alma bonita a não ser o moço que estava no aeroporto (queria que ele viesse embora comigo). haha'
Cheguei em casa, arrumei minhas coisas, dormi e finalmente, casa!!! Ai que felicidade!
Chegando no aeroporto, na sala de embarque, quem eu encontro? Sim, a moça que veio ao meu lado. haha' Ela me olhou com uma cara que eu poderia jurar que se estivesse sozinha, ela me mataria ali, com as próprias mãos. o.o
Entrei no avião, ouvi todas aquelas coisas típicas de antes do voo e dormi um pouquinho. Dessa vez sem falar nada, sem conversar com ninguém. Passei a viagem calada.
Quando o avião pousou, senti um medo, uma ansiedade por estar finalmente em casa. Medo por não saber como será essa semana com as pessoas. Ansiedade porque não aguentava mais ficar longe das coisas que eu gosto e das pessoas que eu amo.
Essa viagem me serviu para confirmar todas as coisas que eu tinha em mente. Sim, eu realmente odeio praia, sol, areia, água salgada e calor. Sim, realmente não tem uma pessoa bonita naquele lugar. Sim, eu realmente amo como eu imaginava, como eu sinto. Sim, as decisões que eu ando tomando estão certas, não devo abandonar nada agora. (conselhos de uma psicóloga)
Lá o capeta passa protetor solar, os camarões tem insolação e os tubarões não são brancos, são morenos 'da cor do pecado'.
Mas até que valeu a pena, até que eu ri bastante, me diverti e consegui colocar a cabeça no lugar, os pensamentos em ordem.
Foi engraçado, mas não volto lá durante uns bons 25 anos. (só se precisar ir antes)
Eu amo a minha cidade, sou mais Paulista do que imaginava. Amo a chuva daqui, o frio de doer a noite, o transito caótico e toda a poluição.
Pode ser loucura, mas eu sou assim.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
My little Prince.
Toda garota, pelo menos a maior parte delas, sonha com um grande amor, o tal, famoso príncipe encantado.
Não aquele que virá busca-la a beira da morte em um cavalo branco e lhe dará o beijo da salvação. Mas sim aquele que á ligará pelo menos três vezes ao dia, que lembrará de todos os aniversários de namoro, que te dirá "eu te amo" sempre que sentir, e sentirá sempre...
Muitas garotas acreditam em contos de fada, amores verdadeiros, amores eternos e relações perfeitas, com um ser perfeito. Acreditam em almas gêmeas, metade da laranja, seja lá o que for ou significar.
Eu nunca quis um amor perfeito, uma pessoa sem defeitos e que fizesse, tudo o que eu possa fazer por ela, por mim.
Nunca esperei que um dia alguém fosse me amar loucamente e que nós iríamos viver felizes para sempre.
Gosto de defeitos. Eu tenho os meus.
E o meu príncipe encantado é o típico sapo para todas.
Ele é perfeito em meio as tuas imperfeições e falta de juízo, em meio as tuas bipolaridades e as tuas manias excessivas de carinho, perfeito entre o querer bem e o ter medo de se entregar.
Ele não precisa me dar tudo de si, mas apenas ser ele mesmo. Eu amo os teus defeitos mais que tudo.
Suas qualidades são as de um príncipe encantado, mas os teus defeitos de um vilão mau informado.
Não, eu não me importo, eu sei lidar bem com essa situação, caso contrário eu já estaria louca.
Toda garota sonha com um para sempre feliz, eu sonho apenas com um para sempre ao lado dele, não precisa ser eternamente feliz, podemos ter altos e baixos, e como os temos, desde que ele esteja ao meu lado.
Toda garota deseja ser desejada com fervor, e nunca ser trocada por um amigo dele que está com problemas ou por uma partida de CS, eu não me importo, se o amigo precisa dele, vá em frente, se eu puder ajudar também, muito que bom. Se ele quer jogar, bora lá, depois conversamos.
Meu pequeno príncipe é envolto a defeitos sem iguais, a faltas de considerações absurdas, e vive me pedindo desculpas por isso.~
Não, não meu amor, não se desculpe por isso, se não fosse assim, eu não te amaria e te desejaria tanto, com tanta vontade. Apenas siga comigo.
Vamos desenhar esse castelo de areia, vamos pintar o céu de azul e dar uma volta de carro.
Nada de felizes para sempre, apenas um lindo juntos para sempre, em qualquer situação. Um ao lado do outro.
Nenhuma garota me entende, me acham louca, mas eu não preciso do que é popular, preciso do que me faz bem, preciso do que me agrada, e a falta do comum me agrada, toda essa insanidade, toda essa coisa que eu não sei explicar mas que ninguém entende e sempre julga. É apenas disso que eu preciso, do meu pequeno príncipe envolto aos teus defeitos, tão irritantes defeitos, tão lindos defeitos, que eu chego a viajar só a te olhar.
De onde vem tanto encanto? Talvez seja dessa minha cabeça mais doida e doentia que a dele.
Como ele consegue? Como eu consigo?
Bem, lamento, mas meu conto de fadas não é como o da maioria das garotas. E não agrada a todos, mas o que me importa, é o meu pequeno príncipe.
Não aquele que virá busca-la a beira da morte em um cavalo branco e lhe dará o beijo da salvação. Mas sim aquele que á ligará pelo menos três vezes ao dia, que lembrará de todos os aniversários de namoro, que te dirá "eu te amo" sempre que sentir, e sentirá sempre...
Muitas garotas acreditam em contos de fada, amores verdadeiros, amores eternos e relações perfeitas, com um ser perfeito. Acreditam em almas gêmeas, metade da laranja, seja lá o que for ou significar.
Eu nunca quis um amor perfeito, uma pessoa sem defeitos e que fizesse, tudo o que eu possa fazer por ela, por mim.
Nunca esperei que um dia alguém fosse me amar loucamente e que nós iríamos viver felizes para sempre.
Gosto de defeitos. Eu tenho os meus.
E o meu príncipe encantado é o típico sapo para todas.
Ele é perfeito em meio as tuas imperfeições e falta de juízo, em meio as tuas bipolaridades e as tuas manias excessivas de carinho, perfeito entre o querer bem e o ter medo de se entregar.
Ele não precisa me dar tudo de si, mas apenas ser ele mesmo. Eu amo os teus defeitos mais que tudo.
Suas qualidades são as de um príncipe encantado, mas os teus defeitos de um vilão mau informado.
Não, eu não me importo, eu sei lidar bem com essa situação, caso contrário eu já estaria louca.
Toda garota sonha com um para sempre feliz, eu sonho apenas com um para sempre ao lado dele, não precisa ser eternamente feliz, podemos ter altos e baixos, e como os temos, desde que ele esteja ao meu lado.
Toda garota deseja ser desejada com fervor, e nunca ser trocada por um amigo dele que está com problemas ou por uma partida de CS, eu não me importo, se o amigo precisa dele, vá em frente, se eu puder ajudar também, muito que bom. Se ele quer jogar, bora lá, depois conversamos.
Meu pequeno príncipe é envolto a defeitos sem iguais, a faltas de considerações absurdas, e vive me pedindo desculpas por isso.~
Não, não meu amor, não se desculpe por isso, se não fosse assim, eu não te amaria e te desejaria tanto, com tanta vontade. Apenas siga comigo.
Vamos desenhar esse castelo de areia, vamos pintar o céu de azul e dar uma volta de carro.
Nada de felizes para sempre, apenas um lindo juntos para sempre, em qualquer situação. Um ao lado do outro.
Nenhuma garota me entende, me acham louca, mas eu não preciso do que é popular, preciso do que me faz bem, preciso do que me agrada, e a falta do comum me agrada, toda essa insanidade, toda essa coisa que eu não sei explicar mas que ninguém entende e sempre julga. É apenas disso que eu preciso, do meu pequeno príncipe envolto aos teus defeitos, tão irritantes defeitos, tão lindos defeitos, que eu chego a viajar só a te olhar.
De onde vem tanto encanto? Talvez seja dessa minha cabeça mais doida e doentia que a dele.
Como ele consegue? Como eu consigo?
Bem, lamento, mas meu conto de fadas não é como o da maioria das garotas. E não agrada a todos, mas o que me importa, é o meu pequeno príncipe.
To Be or Not To Be, Here Is the Question.
A sociedade é rigorosa, ou se é como julgam ser o certo, ou está errado e será apedrejado.
- Se 'ama' demais, é se 'burro' ou 'submisso'.
- Se 'não liga' para nada, é se 'coração de pedra'.
- Se mulher abraça um amigo, é se 'vagabunda', 'atirada'.
- Se um homem abraça um amigo, é se 'gay', 'afeminado'.
Por que essa mania de rotular tudo? Para que essa necessidade ridícula de estipular um 'padrão'?
Pois bem, eu gosto de fugir dos padrões, de fazer o que choca, falar o que assusta, agir como o errado.
Sim, sim, eu entendo todas as regras, conheço todas as 'tribos', sou a favor da loucura, do amor próprio, da impulsividade, da irracionalidade, de ser eu mesma. Quando quiser, sempre que der vontade, ou seja, sempre.
Não, não, eu não sei se sou eu quem corro atrás do obscuro, do tal errado, ou se é ele que gosta muito de mim.
Muito cuidado então, com julgamentos precipitados. É se o que é, e nada mais além disso. Não se iluda com o que vê, ou acha que vê.
Cuidado também, a sociedade é rigorosa, portanto, aprecie com moderação.
Ou seja... Cerveja.
E eu? Ah, eu pouco me preocupo. Quer? Gostou? Aceite assim. O meu destino sou eu quem faço, eu quem decido. Nesse jogo da vida quem dá as cartas sou eu.
E seja bem-vindo a essa grande insanidade.
- Se 'ama' demais, é se 'burro' ou 'submisso'.
- Se 'não liga' para nada, é se 'coração de pedra'.
- Se mulher abraça um amigo, é se 'vagabunda', 'atirada'.
- Se um homem abraça um amigo, é se 'gay', 'afeminado'.
Por que essa mania de rotular tudo? Para que essa necessidade ridícula de estipular um 'padrão'?
Pois bem, eu gosto de fugir dos padrões, de fazer o que choca, falar o que assusta, agir como o errado.
Sim, sim, eu entendo todas as regras, conheço todas as 'tribos', sou a favor da loucura, do amor próprio, da impulsividade, da irracionalidade, de ser eu mesma. Quando quiser, sempre que der vontade, ou seja, sempre.
Não, não, eu não sei se sou eu quem corro atrás do obscuro, do tal errado, ou se é ele que gosta muito de mim.
Muito cuidado então, com julgamentos precipitados. É se o que é, e nada mais além disso. Não se iluda com o que vê, ou acha que vê.
Cuidado também, a sociedade é rigorosa, portanto, aprecie com moderação.
Ou seja... Cerveja.
E eu? Ah, eu pouco me preocupo. Quer? Gostou? Aceite assim. O meu destino sou eu quem faço, eu quem decido. Nesse jogo da vida quem dá as cartas sou eu.
E seja bem-vindo a essa grande insanidade.
sábado, 21 de novembro de 2009
Losses and Damage.
Eu perdi o rumo, perdi a cabeça, perdi o coração.
Por culpa própria, me deixei levar pelo impulso e quis seguir em frente cada vez mais e mais, mesmo sabendo que era uma missão suicida e que não acabaria nada, mas nada bem.
Eu quis ir até o fim e mesmo que me mandassem parar eu não ouvia, eu continuei seguindo, e alimentando tal esperança como uma criança. Ridícula e teimosa.
Agora chorar não vai fazer sentido e muito menos diferença nessa história. Chorar é apenas a consequencia do ato insano cometido.
Pra que tanta teimosia meu Deus? Para que sofrer tanto, chegar a esse ponto?
Me sinto dividida, não sei o que ainda me segura. E por mais motivos que eu tenha para odiar tudo, eu fico presa cada vez mais e mais.
É coisa de gente doida, coisa de gente insana. Sim, sim, o que posso fazer?
Nada além de ficar aqui, tentando me proteger nessa bolha que estou criando, tentando fazer o melhor que posso para deixar quem me importa feliz e tentar me tornar importante na vida desse alguém.
Eu cansei de ficar me culpando, de ficar me segurando, me punindo. Decidi que vou ser feliz, vou ser feliz agora, e depois se não for nada disso eu dou um jeito e conserto as coisas.
Vou ser feliz, por que só assim conseguirei fazer alguém feliz. Vou ser mais simples, voltar a ser eu mesma. Mesmo que isso seja impossível, fingirei.
E não me importa. Eu vou conseguir.
Não vou mais cortar meus defeitos, não vou mais tentar desistir dos meus sonhos, não vou mais fingir que não quero mais, sendo que é a única coisa que eu desejo.
Me rendi a vida agora, sair da bolha de tristeza e entrar na de felicidade, nem que seja por fingimento. Por pouco tempo, eu vou tentar.
Eu consigo minhas forças quando estou sozinha, minha força vem da solidão que cria em mim uma auto proteção e um elo entre o real e o irreal e me torna tão corajosa que nem eu mesma me reconheço... Mesmo me achando a mais fraca, essa força se faz.
Aprendi a não temer quase nada, a não ser a falta de amor. O dia que tu entender que o que te faz infeliz é a falta dessa palavra, verá que realmente perdeu tempo de vida. E eu sempre estarei aqui, ao lado. A te esperar.
Não quero mais mentiras sinceras, nem verdades inventadas, amores perdidos, coisas sem fundamento. Vou lutar pelo real, vou fazer ser possível esse sentimento. Dobro e desdobro o mundo por você. Vamos nos divertir juntos, me deixa eu te ensinar a viver, mesmo sem saber fazer isso.
Eu sempre estarei aqui, agora, mais real e feliz, mesmo que seja apenas pra você.
----
"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..."
Clarice Lispector
Por culpa própria, me deixei levar pelo impulso e quis seguir em frente cada vez mais e mais, mesmo sabendo que era uma missão suicida e que não acabaria nada, mas nada bem.
Eu quis ir até o fim e mesmo que me mandassem parar eu não ouvia, eu continuei seguindo, e alimentando tal esperança como uma criança. Ridícula e teimosa.
Agora chorar não vai fazer sentido e muito menos diferença nessa história. Chorar é apenas a consequencia do ato insano cometido.
Pra que tanta teimosia meu Deus? Para que sofrer tanto, chegar a esse ponto?
Me sinto dividida, não sei o que ainda me segura. E por mais motivos que eu tenha para odiar tudo, eu fico presa cada vez mais e mais.
É coisa de gente doida, coisa de gente insana. Sim, sim, o que posso fazer?
Nada além de ficar aqui, tentando me proteger nessa bolha que estou criando, tentando fazer o melhor que posso para deixar quem me importa feliz e tentar me tornar importante na vida desse alguém.
Eu cansei de ficar me culpando, de ficar me segurando, me punindo. Decidi que vou ser feliz, vou ser feliz agora, e depois se não for nada disso eu dou um jeito e conserto as coisas.
Vou ser feliz, por que só assim conseguirei fazer alguém feliz. Vou ser mais simples, voltar a ser eu mesma. Mesmo que isso seja impossível, fingirei.
E não me importa. Eu vou conseguir.
Não vou mais cortar meus defeitos, não vou mais tentar desistir dos meus sonhos, não vou mais fingir que não quero mais, sendo que é a única coisa que eu desejo.
Me rendi a vida agora, sair da bolha de tristeza e entrar na de felicidade, nem que seja por fingimento. Por pouco tempo, eu vou tentar.
Eu consigo minhas forças quando estou sozinha, minha força vem da solidão que cria em mim uma auto proteção e um elo entre o real e o irreal e me torna tão corajosa que nem eu mesma me reconheço... Mesmo me achando a mais fraca, essa força se faz.
Aprendi a não temer quase nada, a não ser a falta de amor. O dia que tu entender que o que te faz infeliz é a falta dessa palavra, verá que realmente perdeu tempo de vida. E eu sempre estarei aqui, ao lado. A te esperar.
Não quero mais mentiras sinceras, nem verdades inventadas, amores perdidos, coisas sem fundamento. Vou lutar pelo real, vou fazer ser possível esse sentimento. Dobro e desdobro o mundo por você. Vamos nos divertir juntos, me deixa eu te ensinar a viver, mesmo sem saber fazer isso.
Eu sempre estarei aqui, agora, mais real e feliz, mesmo que seja apenas pra você.
----
"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..."
Clarice Lispector
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Only.
Deixei com ele metade do meu coração. O fabricante recomenda que seja consumido logo após aberto, acompanhado (preferencialmente) de biscoito e chocolate quente. A outra metade levo comigo, e não tenho ideia do que fazer com ele.
É porque às vezes ele me trata como se eu não fosse humana. Como se eu fosse vazia, vazia de tudo. Lembre-se que havia sentimento em mim, até o dia em que o conheci e ele me fez matá-lo.
Todo esse vazio que há em meu peito e as lembranças que você deixou em mim, são marcas incuráveis e recordações amargas que guardo de ti.
Por enquanto, estou inventando tua presença.
Eu cheguei ao ponto em que eu deveria deixar você, mas nós dois sabemos que eu não sou assim tão forte. E, eu sinto falta dos lábios que me faziam voar.
Quem me dera; seus olhos pudessem ver por trás dos meus. Agora que nossos mundos estão tão distantes, mesmo perto de ti, por mais que estenda meus braços não mais posso te tocar, não mais sou capaz de esconder que estou cansada demais pra lutar, e que por vezes eu quis tanto que meu corpo sumisse no ar. Só pra não ter que escolher, só pra não ter que voltar. Já não sei se restou algo no ar.
Como que por encanto, estou aqui de novo, parada em frente a ti, chorando aquelas lágrimas que tanto me fizeram mal. E dói.
Dói ver que toda aquela história hoje se repete, a atriz principal continua sendo eu e a dor continua sendo minha. Mas dói mais ainda saber que eu que sempre erro, que eu que sempre sofro e faço sofrer.
You have my attention like you've had all the while. Since that first day when you made my heart smile, with loving eyes and tired sighs that flow.
I can feel you! Can you feel me?
É porque às vezes ele me trata como se eu não fosse humana. Como se eu fosse vazia, vazia de tudo. Lembre-se que havia sentimento em mim, até o dia em que o conheci e ele me fez matá-lo.
Todo esse vazio que há em meu peito e as lembranças que você deixou em mim, são marcas incuráveis e recordações amargas que guardo de ti.
Por enquanto, estou inventando tua presença.
Eu cheguei ao ponto em que eu deveria deixar você, mas nós dois sabemos que eu não sou assim tão forte. E, eu sinto falta dos lábios que me faziam voar.
Quem me dera; seus olhos pudessem ver por trás dos meus. Agora que nossos mundos estão tão distantes, mesmo perto de ti, por mais que estenda meus braços não mais posso te tocar, não mais sou capaz de esconder que estou cansada demais pra lutar, e que por vezes eu quis tanto que meu corpo sumisse no ar. Só pra não ter que escolher, só pra não ter que voltar. Já não sei se restou algo no ar.
Como que por encanto, estou aqui de novo, parada em frente a ti, chorando aquelas lágrimas que tanto me fizeram mal. E dói.
Dói ver que toda aquela história hoje se repete, a atriz principal continua sendo eu e a dor continua sendo minha. Mas dói mais ainda saber que eu que sempre erro, que eu que sempre sofro e faço sofrer.
You have my attention like you've had all the while. Since that first day when you made my heart smile, with loving eyes and tired sighs that flow.
I can feel you! Can you feel me?
Not Always.
As vezes nós achamos que não conseguiremos viver sem um certo alguém, as vezes pensamos que nossa vida acabará se ficarmos longe dessa pessoa.
Sim, realmente não conseguimos, a vida acaba, mas tudo recomeça após alguns dias, ou após muitos e muitos longos dias de angustia e sofrimento, mas passa.
Nem sempre aquilo que julgamos ser bom para nossa vida realmente é, nem sempre aquilo que nos faz bem agora, nos fará bem para sempre.
Cultive o hoje, esqueça o passado e tema o futuro eternamente. Essa com certeza é a melhor maneira de seguir a vida.
Eu ainda não aprendi a colocar isso em prática. Sentimentos fortes não são os meus melhores amigos nesses momentos, eles teimam em não sair de mim, mesmo eu querendo.
Mas a culpa é minha, por ter essa mania de nunca desistir. As vezes é bom engolir o orgulho, admitir a perda e seguir em frente.
Muito melhor sofrer e chorar por causa de uma decisão própria, do que por outra pessoa.
E eu acho que nem sempre eu fui infeliz, mas nem sempre isso me faz bem.
Está na hora de mudar. Mas como?
Ainda não descobri, mas prometo que vou conseguir.
Vou dar mais valor a mim, ando conhecendo um amor novo, o amor próprio, e ele eu sei que não me decepcionará.
Por mais amor que sentimos por uma pessoa, as vezes é hora de deixa-lá partir, é triste, mas é a vida.
Nem sempre conseguimos, mas eu vou tentar.
Sim, realmente não conseguimos, a vida acaba, mas tudo recomeça após alguns dias, ou após muitos e muitos longos dias de angustia e sofrimento, mas passa.
Nem sempre aquilo que julgamos ser bom para nossa vida realmente é, nem sempre aquilo que nos faz bem agora, nos fará bem para sempre.
Cultive o hoje, esqueça o passado e tema o futuro eternamente. Essa com certeza é a melhor maneira de seguir a vida.
Eu ainda não aprendi a colocar isso em prática. Sentimentos fortes não são os meus melhores amigos nesses momentos, eles teimam em não sair de mim, mesmo eu querendo.
Mas a culpa é minha, por ter essa mania de nunca desistir. As vezes é bom engolir o orgulho, admitir a perda e seguir em frente.
Muito melhor sofrer e chorar por causa de uma decisão própria, do que por outra pessoa.
E eu acho que nem sempre eu fui infeliz, mas nem sempre isso me faz bem.
Está na hora de mudar. Mas como?
Ainda não descobri, mas prometo que vou conseguir.
Vou dar mais valor a mim, ando conhecendo um amor novo, o amor próprio, e ele eu sei que não me decepcionará.
Por mais amor que sentimos por uma pessoa, as vezes é hora de deixa-lá partir, é triste, mas é a vida.
Nem sempre conseguimos, mas eu vou tentar.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Truths.
Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos. Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso. Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.Muitas vezes deixei de falar o que
penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali.
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE! Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das ideias mais insanas, dos
pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes. Tenho um apetite voraz e os delírios
mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer: - E daí? EU ADORO VOAR!
Clarice Lispector.
Esse é o texto com que eu mais me identifico, ele diz tudo o que eu sempre quis dizer, o que eu sempre senti. Todos os medos, todas as dúvidas, todas as certezas e com certeza, tudo o que eu sou.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos. Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso. Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.Muitas vezes deixei de falar o que
penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali.
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE! Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das ideias mais insanas, dos
pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes. Tenho um apetite voraz e os delírios
mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer: - E daí? EU ADORO VOAR!
Clarice Lispector.
Esse é o texto com que eu mais me identifico, ele diz tudo o que eu sempre quis dizer, o que eu sempre senti. Todos os medos, todas as dúvidas, todas as certezas e com certeza, tudo o que eu sou.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Irrationally.
Tive a confirmação total do que eu já tinha certeza. Não adianta lutar contra aquilo que o coração quer, não adianta tentar apagar todo esse sentimento, tentar afoga-lo não resolve.
Chega a ser irracional até, mas é a verdade.
Percebi que eu tenho uma pessoa que foi, é e sempre será a cura para todas as minhas angústias.
Quando eu estou mal, é por ela que eu desejo, quando eu estou triste, é do colo dela que eu preciso.
É aquela pessoa que acolhe e ajuda mesmo sem entender ou concordar. A simples presença é o que realmente importa.
Aquela pessoa que me acalma.
São gestos, aquele abraço que eu amo, aquele cheiro que depois fica em mim. Como eu já disse, irracional.
Como pode? Como ela consegue tomar conta de mim assim, se não sabe tomar conta nem dela mesma?
Percebi que toda aquela minha aparente falta de ânimo era apenas saudades.
O sorriso brota em mim após um abraço, após uma conversa. Mesmo que seja com ela tirando sarro da minha cara, como faz sempre.
E ninguém entende como ela consegue me deixar assim, como pode uma pessoa ter tanto controle sobre mim, que nunca deixei que ninguém me domina-se.
É, nem eu entendo isso.
Mas fico nas nuvens, e tudo o que eu preciso, em todos os momentos é dela.
Só preciso que ela nunca me deixe, que fique aqui, comigo, sempre.
Eu sei, nada dura para sempre, mas o sentimento é tão forte, que esse eu tenho certeza que durará. Afinal, para todas as regras há sempre uma exceção, e ela é a minha.
Essa pessoa completamente desequilibrada, completamente sem estrutura, que acha que pode tudo e que nada de mal nunca acontecerá com ela. Essa pessoa que quando eu estou com medo, mesmo se ela estiver também, esconderá o dela para me passar força.
Eu descobri que tenho um anjo em minha vida.
Eu descobri que ele é o amor da minha vida.
Para sempre e para sempre, mesmo que ele não exista.
Chega a ser irracional até, mas é a verdade.
Percebi que eu tenho uma pessoa que foi, é e sempre será a cura para todas as minhas angústias.
Quando eu estou mal, é por ela que eu desejo, quando eu estou triste, é do colo dela que eu preciso.
É aquela pessoa que acolhe e ajuda mesmo sem entender ou concordar. A simples presença é o que realmente importa.
Aquela pessoa que me acalma.
São gestos, aquele abraço que eu amo, aquele cheiro que depois fica em mim. Como eu já disse, irracional.
Como pode? Como ela consegue tomar conta de mim assim, se não sabe tomar conta nem dela mesma?
Percebi que toda aquela minha aparente falta de ânimo era apenas saudades.
O sorriso brota em mim após um abraço, após uma conversa. Mesmo que seja com ela tirando sarro da minha cara, como faz sempre.
E ninguém entende como ela consegue me deixar assim, como pode uma pessoa ter tanto controle sobre mim, que nunca deixei que ninguém me domina-se.
É, nem eu entendo isso.
Mas fico nas nuvens, e tudo o que eu preciso, em todos os momentos é dela.
Só preciso que ela nunca me deixe, que fique aqui, comigo, sempre.
Eu sei, nada dura para sempre, mas o sentimento é tão forte, que esse eu tenho certeza que durará. Afinal, para todas as regras há sempre uma exceção, e ela é a minha.
Essa pessoa completamente desequilibrada, completamente sem estrutura, que acha que pode tudo e que nada de mal nunca acontecerá com ela. Essa pessoa que quando eu estou com medo, mesmo se ela estiver também, esconderá o dela para me passar força.
Eu descobri que tenho um anjo em minha vida.
Eu descobri que ele é o amor da minha vida.
Para sempre e para sempre, mesmo que ele não exista.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Empty.
Hoje eu não senti nada além de um vazio imenso. Uma tristeza frustrada e um riso teimoso e irónico que teimou em sair de dentro de mim nos momentos em que o que eu mais desejava era chorar por tudo.
Hoje não começou nada bem e acho que vai continuar assim por um bom tempo.
Um tempo onde nada além do vazio, será sentido dentro de mim.
Ah como eu queria poder mudar isso, como eu queria conseguir preencher isso aqui dentro e esquecer tudo o que anda acontecendo.
Mas é maior e mais forte do que eu.
Descobri que sou mais fraca do que eu pensava, que toda aquela força adquirida não me serve para nada. Pois quando eu mais preciso usa-la, ela me falha.
Esse vazio é angustiante, é atormentador.
Ninguém para segurar minha mão, para pedir que eu mantenha a calma, ninguém que apenas me abrace e me acalme.
Eu e milhares de situações consegui afastar mais uma vez pessoas que eu mais amo no mundo, e hoje, não tinha ninguém para segurar a minha mão.
Não, eu não posso voltar atrás dessa minha decisão. Eu não vou pedir desculpas, porque eu não fiz nada. Dessa vez eu vou ser forte. Não sei de onde tirarei forças, porque eu definitivamente sou fraca e debilitada psicologicamente para esse tipo de situação, mas eu não vou me render.
Isso não é uma guerra onde o mais forte ganha, é uma luta onde o mais tolerante vence e declara a paz, mas eu não quero ser tolerante, eu preciso ser forte.
Eu não volto atrás, não tenho um motivo para pedir desculpas.
Então, só me resta arranjar uma maneira de preencher esse vazio, ou então aprender a conviver com ele durante esse longo e triste período.
Só preciso que saiba que é por amor, que eu amo mais que tudo no mundo praticamente, mas eu vou continuar forte, mesmo sendo a mais fraca do mundo.
Viver no vazio e no anulamento. Autodestruição.
Hoje não começou nada bem e acho que vai continuar assim por um bom tempo.
Um tempo onde nada além do vazio, será sentido dentro de mim.
Ah como eu queria poder mudar isso, como eu queria conseguir preencher isso aqui dentro e esquecer tudo o que anda acontecendo.
Mas é maior e mais forte do que eu.
Descobri que sou mais fraca do que eu pensava, que toda aquela força adquirida não me serve para nada. Pois quando eu mais preciso usa-la, ela me falha.
Esse vazio é angustiante, é atormentador.
Ninguém para segurar minha mão, para pedir que eu mantenha a calma, ninguém que apenas me abrace e me acalme.
Eu e milhares de situações consegui afastar mais uma vez pessoas que eu mais amo no mundo, e hoje, não tinha ninguém para segurar a minha mão.
Não, eu não posso voltar atrás dessa minha decisão. Eu não vou pedir desculpas, porque eu não fiz nada. Dessa vez eu vou ser forte. Não sei de onde tirarei forças, porque eu definitivamente sou fraca e debilitada psicologicamente para esse tipo de situação, mas eu não vou me render.
Isso não é uma guerra onde o mais forte ganha, é uma luta onde o mais tolerante vence e declara a paz, mas eu não quero ser tolerante, eu preciso ser forte.
Eu não volto atrás, não tenho um motivo para pedir desculpas.
Então, só me resta arranjar uma maneira de preencher esse vazio, ou então aprender a conviver com ele durante esse longo e triste período.
Só preciso que saiba que é por amor, que eu amo mais que tudo no mundo praticamente, mas eu vou continuar forte, mesmo sendo a mais fraca do mundo.
Viver no vazio e no anulamento. Autodestruição.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Grow.
O tempo passa rápido demais e quando caímos na real, percebemos que já somos adultos e responsáveis por aquilo que queremos, pelas decisões que tomamos.
Quando caímos na real, percebemos que se fizermos alguma arte, se quebrarmos um vaso, a responsabilidade é nossa, e não vai adiantar corrermos para o colo da mãe.
Crescendo aprendemos a ser mais forte, a ser mais humano, a respeitar os defeitos dos outros, e a conviver com os nossos próprios.
Depois que crescemos não podemos mais ter o apoio, não teremos mais alguém que assuma os nossos erros ou que deixe-os passar, porque agora somos adultos, sabemos perfeitamente o que fazemos (é assim na teoria pelo menos).
As vezes bate aquela vontade de chorar e deitar no colo da mãe, de pedir abrigo, voltar no tempo e ser criança novamente, sem maldades, sem problemas, sem amores mau resolvidos...
Mas não, agora somos adultos. Cobranças.
Não temos mais aquela visão inocente e ingénua sobre a vida, não conseguimos mais nos esconder em qualquer canto e temos que tomar a frente de nossa própria vida.
Quando somos pequenos, não vemos a hora de sermos adultos. Quando somos adultos, daríamos tudo para voltar a ser criança, nem que fosse apenas por um dia.
Não tem volta, nós crescemos.
E agora o nosso futuro só depende de nós, está em nossas mãos. Mas o que realmente queremos fazer com ele? Crescemos, mas será que estávamos prontos para isso?
Queria voltar a ser criança, quem sabe não conseguira achar a resposta para essas perguntas.
Tudo depende de nós mesmos agora, está com a gente. Crescemos, não adianta mais correr para o colo da mãe, ela não poderá intervir.
Já dizia a sábia raposa: " E tu és eternamente responsável por aquilo que cativas."
Então muito cuidado em suas decisões. O teu coração e os que estão a tua volta são responsabilidades tua agora.
Crescemos. O que vamos fazer?
Só basta continuar a vida e continuar crescendo.
Quando caímos na real, percebemos que se fizermos alguma arte, se quebrarmos um vaso, a responsabilidade é nossa, e não vai adiantar corrermos para o colo da mãe.
Crescendo aprendemos a ser mais forte, a ser mais humano, a respeitar os defeitos dos outros, e a conviver com os nossos próprios.
Depois que crescemos não podemos mais ter o apoio, não teremos mais alguém que assuma os nossos erros ou que deixe-os passar, porque agora somos adultos, sabemos perfeitamente o que fazemos (é assim na teoria pelo menos).
As vezes bate aquela vontade de chorar e deitar no colo da mãe, de pedir abrigo, voltar no tempo e ser criança novamente, sem maldades, sem problemas, sem amores mau resolvidos...
Mas não, agora somos adultos. Cobranças.
Não temos mais aquela visão inocente e ingénua sobre a vida, não conseguimos mais nos esconder em qualquer canto e temos que tomar a frente de nossa própria vida.
Quando somos pequenos, não vemos a hora de sermos adultos. Quando somos adultos, daríamos tudo para voltar a ser criança, nem que fosse apenas por um dia.
Não tem volta, nós crescemos.
E agora o nosso futuro só depende de nós, está em nossas mãos. Mas o que realmente queremos fazer com ele? Crescemos, mas será que estávamos prontos para isso?
Queria voltar a ser criança, quem sabe não conseguira achar a resposta para essas perguntas.
Tudo depende de nós mesmos agora, está com a gente. Crescemos, não adianta mais correr para o colo da mãe, ela não poderá intervir.
Já dizia a sábia raposa: " E tu és eternamente responsável por aquilo que cativas."
Então muito cuidado em suas decisões. O teu coração e os que estão a tua volta são responsabilidades tua agora.
Crescemos. O que vamos fazer?
Só basta continuar a vida e continuar crescendo.
Choices.
Mesmo se eu tivesse a opção de votar no tempo, mesmo que eu conseguisse escolher sem ignorância.
Não, não, nada mudaria, eu não teria coragem de fazer nada de maneira diferente do que fiz até hoje.
Apesar de todas as brigas, todas as lágrimas, das magoas... Tudo fica pequeno quando penso em como foi bom, como tudo isso valeu a pena comparado com os momentos bons que tive e que não foram poucos.
Eu não quero pensar no sofrimento, eu não penso em mostrar para ninguém como doeu, o quanto eu já chorei.
Na vida há altos e baixos, e eu não quero ficar aqui parada;
Na vida as escolhas estão passando e eu cansei de ficar aqui pensando.
Está na hora de reagir, tomar decisões sem pensar no porque, sem querer saber o para que.
Tudo está mudando e o que passou eu sinto que não volta mais, não tem conserto, então pra que sofrer por uma coisa que não tenho mais sob controle? Eu não quero saber a dor que ninguém sentiu, porque eu não vou explicar a minha.
E se fosse para ser feito novamente, com toda certeza seria exatamente assim, porque passou, não volta mais, mas foi bom enquanto durou.
Eu não tenho mais escolhas, só posso ser eu mesma, uma contradição confusa e inexplicável. Apenas eu.
E a vida é uma coisa tão complicada, cheia de escolhas e caminhos. O melhor é seguirmos o nosso sem discussão e arrependimento.
Nada de escolher demais, faça o que der vontade. Sempre haverá uma escolha mais para a frente.
Só não há escolha sobre o que você é.
Sobre o que você se torna.
Mas sobre decisões e caminhos, sempre existem...
Se formos pensar demais, não faremos nada, alguns podem até mesmo se contradizer.
Verdadeira a pura apenas a alma.
Escolhas, escolhas, nada pode mudar o que deve ser nosso.
Não, não, nada mudaria, eu não teria coragem de fazer nada de maneira diferente do que fiz até hoje.
Apesar de todas as brigas, todas as lágrimas, das magoas... Tudo fica pequeno quando penso em como foi bom, como tudo isso valeu a pena comparado com os momentos bons que tive e que não foram poucos.
Eu não quero pensar no sofrimento, eu não penso em mostrar para ninguém como doeu, o quanto eu já chorei.
Na vida há altos e baixos, e eu não quero ficar aqui parada;
Na vida as escolhas estão passando e eu cansei de ficar aqui pensando.
Está na hora de reagir, tomar decisões sem pensar no porque, sem querer saber o para que.
Tudo está mudando e o que passou eu sinto que não volta mais, não tem conserto, então pra que sofrer por uma coisa que não tenho mais sob controle? Eu não quero saber a dor que ninguém sentiu, porque eu não vou explicar a minha.
E se fosse para ser feito novamente, com toda certeza seria exatamente assim, porque passou, não volta mais, mas foi bom enquanto durou.
Eu não tenho mais escolhas, só posso ser eu mesma, uma contradição confusa e inexplicável. Apenas eu.
E a vida é uma coisa tão complicada, cheia de escolhas e caminhos. O melhor é seguirmos o nosso sem discussão e arrependimento.
Nada de escolher demais, faça o que der vontade. Sempre haverá uma escolha mais para a frente.
Só não há escolha sobre o que você é.
Sobre o que você se torna.
Mas sobre decisões e caminhos, sempre existem...
Se formos pensar demais, não faremos nada, alguns podem até mesmo se contradizer.
Verdadeira a pura apenas a alma.
Escolhas, escolhas, nada pode mudar o que deve ser nosso.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Once Upon a Time.
Em um passado não tão distante, duas pessoas que se davam tão bem quanto se amavam. Duas pessoas muito diferentes mas no fundo tão iguais que as almas se confundiam.
Era uma vez duas pessoas que não sei porque do porque se distanciaram, brigaram e toda aquela sintonia e amor se esconderam onde jamais conseguiram achar novamente, mas que as vezes, voltam e fazem com que tudo pareça estar como antes.
Duas pessoas que são completamente livres, mas que são tão presas uma a outra, mesmo que isso não seja da vontade delas.
São duas pessoas que viram crianças quando se vêm, que se divertem juntas, que sorriem e que criam um brilho nos olhos inexplicável quando estão próximas.
Era uma vez, em um passado remoto, mas não tão distante, um amor. Um amor que quando é recordado faz falta, um amor puro, daqueles de contos de fada.
Um dia quem sabe, essas almas não voltem a se entrelaçar e a se entender. Quem sabe um dia, nesse era uma vez, toda a sintonia e o amor não voltem. Quem sabe?
Era uma vez.
Era uma vez duas pessoas que não sei porque do porque se distanciaram, brigaram e toda aquela sintonia e amor se esconderam onde jamais conseguiram achar novamente, mas que as vezes, voltam e fazem com que tudo pareça estar como antes.
Duas pessoas que são completamente livres, mas que são tão presas uma a outra, mesmo que isso não seja da vontade delas.
São duas pessoas que viram crianças quando se vêm, que se divertem juntas, que sorriem e que criam um brilho nos olhos inexplicável quando estão próximas.
Era uma vez, em um passado remoto, mas não tão distante, um amor. Um amor que quando é recordado faz falta, um amor puro, daqueles de contos de fada.
Um dia quem sabe, essas almas não voltem a se entrelaçar e a se entender. Quem sabe um dia, nesse era uma vez, toda a sintonia e o amor não voltem. Quem sabe?
Era uma vez.
Suddenly.
Tem coisas que acontecem em nossas vidas, assim, do nada.
Amores, brigas, separações, novas amizades, mudanças.
São pessoas que entram e se vão de nossas vidas assim, de repente, que muitas vezes fazem uma falta enorme quando se vão e outras que trazem uma alegria imensa quando surgem.
Eu nunca fui de distribuir sorrisos e nem de ficar confraternizando com muitas outras pessoas.
Mas as vezes têm pessoas que nos fazem mudar. Certas pessoas nos atraem de cara, nos conquistam sem ter que dizer nada e mesmo sem conhecermos.
Não tenho muitos amigos, por esse meu jeito.
Mas eu aprendi que anjos existem, e que quando um sai, sempre deixa outro em seu lugar para nos proteger.
Quando o meu anjo mais lindo se ‘foi’, ele me deixou de presente, um dos anjos que existem na vida dele.
É incrível como as vezes basta um sorriso para nos sentirmos bem, satisfeitos e protegidos.
Mal nos conhecíamos.
Em duas semanas e meia nos transformaram e fizeram com que enxergássemos quão parecidas éramos, mesmo sendo tão diferentes.
O dia em que mais senti que eu precisava de ajudar aquela pessoa que tinha acabado de surgir em minha vida, foi quando no dia seguinte em que há conheci, há vi chorar. Tentei ajudar, mas não podia fazer nada, nada estava ao meu alcance.
Os dias foram se passando e fomos ficando cada vez mais próximas. É surpreendente como opostos se atraem.
Pessoas assim me dão medo, medo de perder, medo de não conseguir dar tanto para elas quanto elas me dão. Medo simplesmente por não acreditar que pessoas assim possam realmente estar ao meu lado.
São tão poucos meses, mas tantas histórias. Sempre lá, ao meu lado. Sem eu nem precisar pedir.
No meu maior porre, segurou minha mão e disse: “calma, eu estou aqui com você, eu não vou te deixar.”, na minha maior dor, atendeu ao telefone e me compreendeu exatamente como eu precisava, as minhas loucuras, apoia totalmente sem dizer nada, sem repreender. Descobri que era apenas disso que eu precisava, da tua mão, da tua compreensão, de ouvir a tua voz, me senti protegida, me senti mais calma, sabia que tudo ficaria bem. Anjos, anjos. Tantas coisas, tantas lembranças, tão pouco tempo.
Ri das besteiras que eu falo, chora comigo quando eu compartilho a minha dor, sofre junto, é feliz junto, me completa.
É inacreditável né?
Muitas pessoas são contra, sentem ciúmes, não entendem. Mas nada disso interfere.
Eu nunca deixarei minhas amigas por você, e sei que você nunca fará isso por mim também.
O que era antes continua como antes, mas o que aconteceu agora, será assim para sempre.
Pessoas especiais são assim, jamais saem de nossas vidas, a não ser que nós queiramos, e até mesmo assim, é pouco provável que saiam. Pessoas especiais são raras de aparecer, e geralmente não se vão. Pessoas especiais nunca te 'roubam' de alguém ou te cobram algo, elas te dividem, se dividem.
Pessoas especiais surgem de repente, e esse de repente se torna um para sempre real.
Agradecer apenas por essas pessoas existirem, agradecer apenas por sorrirem, por respirarem todos os dias.
Ah, mas são tantas coisas, que nem mesmo sei escrever o que sinto. Tanta sintonia, tanta felicidade.
Nunca julgarei, nem mesmo se for preciso, sempre compreenderei, porque eu sei bem como é esse jeito de ser.
E quando ninguém mais estiver aqui, eu sinto que você estará.
Tão pouco tempo, como pode?
Isso me assusta.
Nem todo mundo gosta de pessoas expressivas, pessoas sinceras, e eu aprendi a conviver com tudo isso. Grita, pula, fala, briga.
Anjos existem sim, e eu estou cercada deles. O dia em que nada mais der certo, eu sei que terei um anjo ao meu lado para me apoiar nem que seja para derramar a última lágrima de dor, ou dar o último riso alegre.
Especial e essencial.
É isso para mim e faz com que eu me sinta assim. Indispensável.
Aos 60? Eu estarei com você, tomando o chá das 5:30 e rindo da vida.
De repente, não mais que de repente.
Amores, brigas, separações, novas amizades, mudanças.
São pessoas que entram e se vão de nossas vidas assim, de repente, que muitas vezes fazem uma falta enorme quando se vão e outras que trazem uma alegria imensa quando surgem.
Eu nunca fui de distribuir sorrisos e nem de ficar confraternizando com muitas outras pessoas.
Mas as vezes têm pessoas que nos fazem mudar. Certas pessoas nos atraem de cara, nos conquistam sem ter que dizer nada e mesmo sem conhecermos.
Não tenho muitos amigos, por esse meu jeito.
Mas eu aprendi que anjos existem, e que quando um sai, sempre deixa outro em seu lugar para nos proteger.
Quando o meu anjo mais lindo se ‘foi’, ele me deixou de presente, um dos anjos que existem na vida dele.
É incrível como as vezes basta um sorriso para nos sentirmos bem, satisfeitos e protegidos.
Mal nos conhecíamos.
Em duas semanas e meia nos transformaram e fizeram com que enxergássemos quão parecidas éramos, mesmo sendo tão diferentes.
O dia em que mais senti que eu precisava de ajudar aquela pessoa que tinha acabado de surgir em minha vida, foi quando no dia seguinte em que há conheci, há vi chorar. Tentei ajudar, mas não podia fazer nada, nada estava ao meu alcance.
Os dias foram se passando e fomos ficando cada vez mais próximas. É surpreendente como opostos se atraem.
Pessoas assim me dão medo, medo de perder, medo de não conseguir dar tanto para elas quanto elas me dão. Medo simplesmente por não acreditar que pessoas assim possam realmente estar ao meu lado.
São tão poucos meses, mas tantas histórias. Sempre lá, ao meu lado. Sem eu nem precisar pedir.
No meu maior porre, segurou minha mão e disse: “calma, eu estou aqui com você, eu não vou te deixar.”, na minha maior dor, atendeu ao telefone e me compreendeu exatamente como eu precisava, as minhas loucuras, apoia totalmente sem dizer nada, sem repreender. Descobri que era apenas disso que eu precisava, da tua mão, da tua compreensão, de ouvir a tua voz, me senti protegida, me senti mais calma, sabia que tudo ficaria bem. Anjos, anjos. Tantas coisas, tantas lembranças, tão pouco tempo.
Ri das besteiras que eu falo, chora comigo quando eu compartilho a minha dor, sofre junto, é feliz junto, me completa.
É inacreditável né?
Muitas pessoas são contra, sentem ciúmes, não entendem. Mas nada disso interfere.
Eu nunca deixarei minhas amigas por você, e sei que você nunca fará isso por mim também.
O que era antes continua como antes, mas o que aconteceu agora, será assim para sempre.
Pessoas especiais são assim, jamais saem de nossas vidas, a não ser que nós queiramos, e até mesmo assim, é pouco provável que saiam. Pessoas especiais são raras de aparecer, e geralmente não se vão. Pessoas especiais nunca te 'roubam' de alguém ou te cobram algo, elas te dividem, se dividem.
Pessoas especiais surgem de repente, e esse de repente se torna um para sempre real.
Agradecer apenas por essas pessoas existirem, agradecer apenas por sorrirem, por respirarem todos os dias.
Ah, mas são tantas coisas, que nem mesmo sei escrever o que sinto. Tanta sintonia, tanta felicidade.
Nunca julgarei, nem mesmo se for preciso, sempre compreenderei, porque eu sei bem como é esse jeito de ser.
E quando ninguém mais estiver aqui, eu sinto que você estará.
Tão pouco tempo, como pode?
Isso me assusta.
Nem todo mundo gosta de pessoas expressivas, pessoas sinceras, e eu aprendi a conviver com tudo isso. Grita, pula, fala, briga.
Anjos existem sim, e eu estou cercada deles. O dia em que nada mais der certo, eu sei que terei um anjo ao meu lado para me apoiar nem que seja para derramar a última lágrima de dor, ou dar o último riso alegre.
Especial e essencial.
É isso para mim e faz com que eu me sinta assim. Indispensável.
Aos 60? Eu estarei com você, tomando o chá das 5:30 e rindo da vida.
De repente, não mais que de repente.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
I Refuse.
Todos os dias eu sinto um aperto enorme no peito, sei que não vai cessar enquanto o que eu mais desejo não voltar pra mim.
Sinto muita falta das ligações de madrugada, das noites mal dormidas só pra te ter no colo e te ver dormir bem. Sinto falta das mensagens, das aulas matadas, do carinho imenso e do eu te amo de todos os dias.
Sinto falta em todos os momentos e penso que não vou aguentar, cada dia que te vejo e percebo que não você não é mais aquele, não é mais meu.
É como um nó, um desespero ridículo, o coração salta a boca quando te vejo, quando você me abraça todos os dias e parece que nada pode me tirar você novamente. Mas ai, você me larga e eu simplesmente volto a realidade.
Como eu queria ser dona do tempo e poder voltar atrás e mudar essa história, como eu queria poder ser mais corajosa e me declarar como nunca fiz (não que eu nunca tenha me declarado). Como eu queria poder te ter novamente.
A única coisa que eu lamento é ter errado tanto com você, é ter te cobrado coisas demais, ter dado tantos motivos para te deixar bravo.
Me faz falta o teu cheiro, o teu beijo, o teu olhar. Olhar que me encanta e me hipnotiza, que me fascina e me alegra, que demonstra que nada nem ninguém poderá estragar aquele nosso momento, e realmente ninguém pode. Aquele é o meu porto seguro. De lá ninguém pode me tirar e lá ninguém pode me machucar.
E aquele teu sorriso? Como aquele sorriso é a perfeição. Quanta falta eu sinto.
Teus bicos, tuas caretas, teus dengos e até mesmo as tuas girias, quanta falta faz. Quanta falta eu sinto de te ver dormir e acordar ao teu lado, de receber uma ligação tua só pra dizer eu te amo, quanta falta faz.
Falta um pedaço aqui dentro, sinto um vazio no lugar do coração.
Meu coração está e sempre estará com você, e eu não quero ele de volta, caso você não volte com ele. Pode ficar, ele nada é sem você.
Aquele cheiro que nunca sairá da minha memória, que várias vezes eu sinto ao longo do dia e a falta de esperança é tomada por uma felicidade momentânea enorme, mas passageira e rápida.
Sei que ainda tenho um pedaço de você, ainda te tenho de leve, mas não é a mesma coisa, não é a mesma sensação de poder te chamar de MEU, de poder dizer pra todo mundo que eu sou só tua e você é só meu, e que isso não vai mudar.
Sinto falta das nossas brincadeiras, nas nossas brisas que ninguém entendia e que ninguém nunca vai entender, coisa nossa. Não que elas não existam mais (vira e mexe arrumamos uma coisa nova, só nossa, e relembramos as antigas), mas não é como antes, eu não posso te chamar de meu.
Faz falta não poder te amar como eu te amo.
Me sinto presa meio a essa falta e quis muitas vezes acabar com essa esperança que brota em mim a cada sorriso e a cada abraço teu. Mas eu não posso, é mais forte que eu, e eu nada posso contra isso.
Quanta falta me faz. Quanta falta você me faz. Quanta saudades eu tenho.
Quanta falta faz você.
----
"é tão bom estar ao seu lado (:"
" 'pior que eu já me acostumei' sabe. Tipo que horas são: 00 hora de ir na má, coisa assiim (brisa)."
----
Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.
Clarice Lispector.
I never believed in much, but I believe in this. I'm incomplete without you.
Sinto muita falta das ligações de madrugada, das noites mal dormidas só pra te ter no colo e te ver dormir bem. Sinto falta das mensagens, das aulas matadas, do carinho imenso e do eu te amo de todos os dias.
Sinto falta em todos os momentos e penso que não vou aguentar, cada dia que te vejo e percebo que não você não é mais aquele, não é mais meu.
É como um nó, um desespero ridículo, o coração salta a boca quando te vejo, quando você me abraça todos os dias e parece que nada pode me tirar você novamente. Mas ai, você me larga e eu simplesmente volto a realidade.
Como eu queria ser dona do tempo e poder voltar atrás e mudar essa história, como eu queria poder ser mais corajosa e me declarar como nunca fiz (não que eu nunca tenha me declarado). Como eu queria poder te ter novamente.
A única coisa que eu lamento é ter errado tanto com você, é ter te cobrado coisas demais, ter dado tantos motivos para te deixar bravo.
Me faz falta o teu cheiro, o teu beijo, o teu olhar. Olhar que me encanta e me hipnotiza, que me fascina e me alegra, que demonstra que nada nem ninguém poderá estragar aquele nosso momento, e realmente ninguém pode. Aquele é o meu porto seguro. De lá ninguém pode me tirar e lá ninguém pode me machucar.
E aquele teu sorriso? Como aquele sorriso é a perfeição. Quanta falta eu sinto.
Teus bicos, tuas caretas, teus dengos e até mesmo as tuas girias, quanta falta faz. Quanta falta eu sinto de te ver dormir e acordar ao teu lado, de receber uma ligação tua só pra dizer eu te amo, quanta falta faz.
Falta um pedaço aqui dentro, sinto um vazio no lugar do coração.
Meu coração está e sempre estará com você, e eu não quero ele de volta, caso você não volte com ele. Pode ficar, ele nada é sem você.
Aquele cheiro que nunca sairá da minha memória, que várias vezes eu sinto ao longo do dia e a falta de esperança é tomada por uma felicidade momentânea enorme, mas passageira e rápida.
Sei que ainda tenho um pedaço de você, ainda te tenho de leve, mas não é a mesma coisa, não é a mesma sensação de poder te chamar de MEU, de poder dizer pra todo mundo que eu sou só tua e você é só meu, e que isso não vai mudar.
Sinto falta das nossas brincadeiras, nas nossas brisas que ninguém entendia e que ninguém nunca vai entender, coisa nossa. Não que elas não existam mais (vira e mexe arrumamos uma coisa nova, só nossa, e relembramos as antigas), mas não é como antes, eu não posso te chamar de meu.
Faz falta não poder te amar como eu te amo.
Me sinto presa meio a essa falta e quis muitas vezes acabar com essa esperança que brota em mim a cada sorriso e a cada abraço teu. Mas eu não posso, é mais forte que eu, e eu nada posso contra isso.
Quanta falta me faz. Quanta falta você me faz. Quanta saudades eu tenho.
Quanta falta faz você.
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"é tão bom estar ao seu lado (:"
" 'pior que eu já me acostumei' sabe. Tipo que horas são: 00 hora de ir na má, coisa assiim (brisa)."
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Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.
Clarice Lispector.
I never believed in much, but I believe in this. I'm incomplete without you.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
He.
Ele é do tipo que te despreza, mesmo tendo um carinho enorme por você. É do tipo que não te cumprimenta quando te vê, mas quando você fala com ele, ele te dá um abraço verdadeiro e um sorriso daqueles que muda totalmente seu dia.
Ele é do tipo que anda largado e não costuma pentear os cabelos. tem animais de estimação, mas não cuida. Vive cantando músicas que só ele conhece e gosta.
É o tipo de menino que conquista todas as meninas sem fazer nada.
Ele é o tipo de menino pelo qual eu me apaixono. Mas é também o tipo de menino que nunca se apaixona por meninas tipo eu.
Ele é do tipo que anda largado e não costuma pentear os cabelos. tem animais de estimação, mas não cuida. Vive cantando músicas que só ele conhece e gosta.
É o tipo de menino que conquista todas as meninas sem fazer nada.
Ele é o tipo de menino pelo qual eu me apaixono. Mas é também o tipo de menino que nunca se apaixona por meninas tipo eu.
Summer.
Ah o verão... Como é quente, como é maravilhoso:
Torrar como um frango assado; passar dias perfeitos lembrecada de protetor solar, água salgada e areia; receber a visita de férias daquele parente chato que acha que você ainda tem 5 anos de idade e fica te apertando e fazendo piadinhas sobre namorados.
Nada como uma noite agradável com a janela aberta (porque se fechar morre queimado de tanto calor) e você sendo carregado pelos insetos que invadem a Terra nessa época do ano. Pernilongos, cigarras, siriris (queria descobrir quem deu o nome pra esse inseto), entre outros seres dóceis dessa espécie.
Se sai de casa a tarde com blusinha de manga, ai que delicia que é, você volta com aquela marca sexy de sol, que você tira a blusa e parece que vestiu outra branca no lugar, se vai a piscina, nossa que agradável, aquela água quente que parece que alguém ligou o climatizador... Os olhos ardem por causa do cloro, o cabelo fica duro...
Sem falar na bica que todos viram, não tem um que não esteja transbordando líquidos.
Eita época boa... pra sem matar! Comprar uma passagem pra passar o verão no Alaska.
E com o verão vem as festas, comprar presente pra parentada que no final ninguém vai usar o que você deu, viajar pra passar o final do ano na beira da praia, onde se você erguer o braço, não consegue mais abaixar, de tanta gente que tem na areia.
Muito bom, época boa para quem já sabe que vai para o inferno aproveitar. Se bem que com o calor que tem feito e nem verão ainda é, quem está indo para o inferno agora, está levando cobertor.
Não tem coisa melhor do que se sentir 24 horas por dia suada, melada... Com essa época vem também aquela vontade de não fazer nada, da uma moleza, ou então aquela vontadinha de deixar que se foda e sair por ai só de calcinha e sutiã.
Nos resta apenas esperar, e lutar pelo 'resfriamento global', porque o aquecimento me mata.
Pensemos positivo, nessa agradável estação, não precisamos de sauna, nem de aquecedores, não gastamos energia com o chuveiro (só água fria). Dá para economizar bem.
Tem também aquele horário super legal, o horário de verão. Onde todos acordam e ainda está escuro e vão dormir com o dia ainda claro. Que beleza, mas que maravilha.
E quando estamos quase conformados com essa situação calamitoza, tudo volta ao normal.
Como eu amo o verão. :S
----
E que venha o inverno pra nos salvar. \o/
Torrar como um frango assado; passar dias perfeitos lembrecada de protetor solar, água salgada e areia; receber a visita de férias daquele parente chato que acha que você ainda tem 5 anos de idade e fica te apertando e fazendo piadinhas sobre namorados.
Nada como uma noite agradável com a janela aberta (porque se fechar morre queimado de tanto calor) e você sendo carregado pelos insetos que invadem a Terra nessa época do ano. Pernilongos, cigarras, siriris (queria descobrir quem deu o nome pra esse inseto), entre outros seres dóceis dessa espécie.
Se sai de casa a tarde com blusinha de manga, ai que delicia que é, você volta com aquela marca sexy de sol, que você tira a blusa e parece que vestiu outra branca no lugar, se vai a piscina, nossa que agradável, aquela água quente que parece que alguém ligou o climatizador... Os olhos ardem por causa do cloro, o cabelo fica duro...
Sem falar na bica que todos viram, não tem um que não esteja transbordando líquidos.
Eita época boa... pra sem matar! Comprar uma passagem pra passar o verão no Alaska.
E com o verão vem as festas, comprar presente pra parentada que no final ninguém vai usar o que você deu, viajar pra passar o final do ano na beira da praia, onde se você erguer o braço, não consegue mais abaixar, de tanta gente que tem na areia.
Muito bom, época boa para quem já sabe que vai para o inferno aproveitar. Se bem que com o calor que tem feito e nem verão ainda é, quem está indo para o inferno agora, está levando cobertor.
Não tem coisa melhor do que se sentir 24 horas por dia suada, melada... Com essa época vem também aquela vontade de não fazer nada, da uma moleza, ou então aquela vontadinha de deixar que se foda e sair por ai só de calcinha e sutiã.
Nos resta apenas esperar, e lutar pelo 'resfriamento global', porque o aquecimento me mata.
Pensemos positivo, nessa agradável estação, não precisamos de sauna, nem de aquecedores, não gastamos energia com o chuveiro (só água fria). Dá para economizar bem.
Tem também aquele horário super legal, o horário de verão. Onde todos acordam e ainda está escuro e vão dormir com o dia ainda claro. Que beleza, mas que maravilha.
E quando estamos quase conformados com essa situação calamitoza, tudo volta ao normal.
Como eu amo o verão. :S
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E que venha o inverno pra nos salvar. \o/
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Times Of Change.
Parando para analisar fatos, eu definitivamente não era assim.
As vezes me olho e não me reconheço. Tem dias que sou um poço de amargura e tristeza, tem dias que não paro quieta um segundo.
Milhares de mentiras me atormentam e me transformam aos poucos, nessa pessoa confusa.
Quando eu paro e analiso os outros, acabo julgando, apontando defeitos que depois vou ver e eu também os tenho, mas em uma dosagem extremamente maior.
Minhas atitudes não têm ajudado em nada, pelo contrário, eu não era assim. Brincando com o sentimento alheio, transformei tudo em um grande jogo, onde pessoas que me amam são as peças do meu tabuleiro.
Os motivos pelo qual sofri, chorei, hoje são os mesmos por quais os que estão próximos a mim, sofrem e choram, motivos que eu causei neles.
Fria, manipuladora e egoísta. Esses eram os únicos defeitos que eu não possuía, mas agora já é tarde demais para lutar contra eles. Já grudaram em mim.
Descobri que quanto mais se preocupam comigo, quanto mais tentam me ajudar, mais eu machuco, mais eu me afasto de todos, mais vontade de ser sozinha eu tenho. Não entendo.
Sim, boa parte da culpa pela causa de toda essa mudança em mim é daquele que um dia sonhou junto comigo. O restante é da minha própria fraqueza, que me domina e faz com que eu me entregue de coração a quem não sabe cuidar bem de alguém.
Fraqueza que hoje já não tenho mais. Transformei em frieza. Não me envolvo mais, apesar de, ainda ser tonta desse sentimento ridículo que teimo em sentir pelo inimaginável que era minha felicidade a alguns tempos atrás.
Eu não sei desistir, não consigo abrir mão do que eu quero muito. Por tanto mimo e egoísmo, eu faço tudo até conseguir. Todos são só parte do jogo. Esse jogo doido que me maltrata, só deixa duas pessoas a salvo (as do texto abaixo) e uma outra muito especial.
Vejo e sinto que está na hora de mudar, voltar a ser odiada sem motivos, não mais por algo que eu acabei fazendo. Não egoísta e amarga. Está na hora de repensar as atitudes tomadas.
Meu medo é que seja tarde demais, que não tenha mais solução. Um caso perdido.
Algumas mudanças são necessárias, mas de onde tirar forças para mudar? Eu quero realmente mudar?
Feridas fazem com que arranjemos maneiras de nos proteger. Eu me escondi atrás disso que eu faço sorrir todos os dias, mesmo que o meu desejo maior seja desabar, chorar, pedir ajuda.
Por medo, por vaidade, me tornei aquele que eu mais criticava, aquele que eu sempre quis ajudar a se tornar uma 'pessoa melhor'. Quem sabe não estou até pior... É uma hipótese a se contar.
Tempos de mudança causam medo e exigem força e vontade.
É, está na hora de mudar. E essa mudança só depende de mim, de mais ninguém. Ninguém pode fazer isso por mim, apenas eu. Apenas eu.
Vai ser difícil, vou ter que aprender a esquecer muita coisa e a desistir de muita coisa. Espero conseguir, mas não garanto nada. Porque abrir mão de sonhos nunca é conveniente para mim. Ou talvez eu continue assim e me acostume com as inúmeras cobranças sobre o que eu era, que hoje, já não sei mais ser.
Como me defino, com vícios e com defeitos, sem pressa e do MEU jeito. Tempos de mudança;
Ou mudar para aquilo que eu era, ou mudar a forma de pensar a respeito do que sou agora, de como estou encarando a vida e as pessoas agora. Qualquer mudança, desde que haja mudança.
Talvez eu precise apenas de um abraço.
As vezes me olho e não me reconheço. Tem dias que sou um poço de amargura e tristeza, tem dias que não paro quieta um segundo.
Milhares de mentiras me atormentam e me transformam aos poucos, nessa pessoa confusa.
Quando eu paro e analiso os outros, acabo julgando, apontando defeitos que depois vou ver e eu também os tenho, mas em uma dosagem extremamente maior.
Minhas atitudes não têm ajudado em nada, pelo contrário, eu não era assim. Brincando com o sentimento alheio, transformei tudo em um grande jogo, onde pessoas que me amam são as peças do meu tabuleiro.
Os motivos pelo qual sofri, chorei, hoje são os mesmos por quais os que estão próximos a mim, sofrem e choram, motivos que eu causei neles.
Fria, manipuladora e egoísta. Esses eram os únicos defeitos que eu não possuía, mas agora já é tarde demais para lutar contra eles. Já grudaram em mim.
Descobri que quanto mais se preocupam comigo, quanto mais tentam me ajudar, mais eu machuco, mais eu me afasto de todos, mais vontade de ser sozinha eu tenho. Não entendo.
Sim, boa parte da culpa pela causa de toda essa mudança em mim é daquele que um dia sonhou junto comigo. O restante é da minha própria fraqueza, que me domina e faz com que eu me entregue de coração a quem não sabe cuidar bem de alguém.
Fraqueza que hoje já não tenho mais. Transformei em frieza. Não me envolvo mais, apesar de, ainda ser tonta desse sentimento ridículo que teimo em sentir pelo inimaginável que era minha felicidade a alguns tempos atrás.
Eu não sei desistir, não consigo abrir mão do que eu quero muito. Por tanto mimo e egoísmo, eu faço tudo até conseguir. Todos são só parte do jogo. Esse jogo doido que me maltrata, só deixa duas pessoas a salvo (as do texto abaixo) e uma outra muito especial.
Vejo e sinto que está na hora de mudar, voltar a ser odiada sem motivos, não mais por algo que eu acabei fazendo. Não egoísta e amarga. Está na hora de repensar as atitudes tomadas.
Meu medo é que seja tarde demais, que não tenha mais solução. Um caso perdido.
Algumas mudanças são necessárias, mas de onde tirar forças para mudar? Eu quero realmente mudar?
Feridas fazem com que arranjemos maneiras de nos proteger. Eu me escondi atrás disso que eu faço sorrir todos os dias, mesmo que o meu desejo maior seja desabar, chorar, pedir ajuda.
Por medo, por vaidade, me tornei aquele que eu mais criticava, aquele que eu sempre quis ajudar a se tornar uma 'pessoa melhor'. Quem sabe não estou até pior... É uma hipótese a se contar.
Tempos de mudança causam medo e exigem força e vontade.
É, está na hora de mudar. E essa mudança só depende de mim, de mais ninguém. Ninguém pode fazer isso por mim, apenas eu. Apenas eu.
Vai ser difícil, vou ter que aprender a esquecer muita coisa e a desistir de muita coisa. Espero conseguir, mas não garanto nada. Porque abrir mão de sonhos nunca é conveniente para mim. Ou talvez eu continue assim e me acostume com as inúmeras cobranças sobre o que eu era, que hoje, já não sei mais ser.
Como me defino, com vícios e com defeitos, sem pressa e do MEU jeito. Tempos de mudança;
Ou mudar para aquilo que eu era, ou mudar a forma de pensar a respeito do que sou agora, de como estou encarando a vida e as pessoas agora. Qualquer mudança, desde que haja mudança.
Talvez eu precise apenas de um abraço.
domingo, 8 de novembro de 2009
Those Friends.
Amizade na teoria é uma coisa muito fácil de se manter e de se conseguir. Mas na prática é bem diferente.
Para ter uma amizade verdadeira, não precisamos apenas gostar da pessoa, ouvir os problemas dela e compartilhar os nossos, esperando soluções.
É preciso paciência, tolerância, confiança, amor.
Eu penso que as melhores amigas do mundo são as minhas;
Não precisamos concordar com todas as decisões uma da outra, não precisamos gostar do namorado da amiga ou das outras amigas dela.
Basta apenas estar junto, apoiar.
Nos momentos tristes, é com elas que eu choro, nos momentos felizes é com elas que eu riu, para todos os momentos é com elas que eu quero estar.
Muitas coisas já aconteceram (sim, estou falando de duas em especial) em nossas vidas, muitas brigas, muita discórdia. Mas nada que tenha conseguido mudar o que somos, o que sentimos uma pela outra. Talvez se mudou, com toda certeza foi pra melhor, mais amor, mais amizade, mais cumplicidade, companheirismo. E as coisas boas, que são tantas, não consigo nem contar. Coisas banais que acontecem, coisas nossas, simples.
Claro que antes delas eu tinha outras amigas, que são minhas amigas até hoje, mas que não tenho mais tanto contato como antes. Não me afastei delas por brigas ou algo desse tipo, apenas porque quando crescemos, acabamos tomando rumos diferentes daqueles que amamos, mas nunca deixamos de pensar nesses que foram tão importante para nós. Hoje mesmo passei a tarde com elas, a tarde mais gostosa de domingo que eu já tive. Matar a saudade, colocar o assunto em dia, falar e ouvir besteiras, rir, estar com elas.
Ah mas aquelas duas.
Não importa nada, se vamos fazer faculdade longe, se vamos mudar de pais, ou se simplesmente começamos a namorar um chato.
Uma sempre estará ao lado da outra, em qualquer momento, em qualquer decisão. E não tem ninguém que consiga nos afastar. Porque juntas aprendemos a ser mais tolerantes, a ver os defeitos uma da outra como qualidade, como marca indispensável para reconhecermos uma a outra em meio a tantas coisas. E as vezes são esses defeitos que fazem falta.
Com elas eu vivi as maiores experiências da minha vida, os meus melhores e piores dias foram ao lado delas. Elas são aquele tipo de pessoa, que não importa a hora, ou a situação, se precisar, elas vão largar tudo e correr para dar aquele abraço que te tranquiliza e te acalma, aquele abraço que faz parecer que nada de mau que há no mundo poderá te machucar. São elas que me fazem sorrir, que nunca me deixam cair. Não me julgam, não me abandonam. São elas que eu amo, são elas que me fazem feliz, são elas que eu nunca vou deixar de ter em meu coração. Por elas que eu dou minha vida, por elas eu acordo, por elas respiro, por elas eu vivo, por elas e com elas me mantenho em pé. Porque somos uns trio, amigas de verdade, irmãs de alma e coração.
E que por mais que eu tente explicar, escrever, fazer alguém entender, eu nunca consigo o que eu desejo. Porque nem mesmo eu, sei descrever o tanto que elas são importantes na minha vida, como são especiais pra mim. Já passamos por tantas coisas, e agora eu sei, não é amor, é mais, muito mais que isso... Simplesmente porque o amor não suportaria a todas essas coisas, apenas algo superior, essa coisa que nos liga uma a outra, essa força que faz com que sejamos nós. O trio pra sempre, indestrutível, porque nem mesmo o tempo pode com a força da nossa amizade. Elas nunca vão sair da minha vida. Eu amo elas para sempre.
Assim como amo as outras, mas com elas é diferente, não é amor, é mais que isso.
Para ter uma amizade verdadeira, não precisamos apenas gostar da pessoa, ouvir os problemas dela e compartilhar os nossos, esperando soluções.
É preciso paciência, tolerância, confiança, amor.
Eu penso que as melhores amigas do mundo são as minhas;
Não precisamos concordar com todas as decisões uma da outra, não precisamos gostar do namorado da amiga ou das outras amigas dela.
Basta apenas estar junto, apoiar.
Nos momentos tristes, é com elas que eu choro, nos momentos felizes é com elas que eu riu, para todos os momentos é com elas que eu quero estar.
Muitas coisas já aconteceram (sim, estou falando de duas em especial) em nossas vidas, muitas brigas, muita discórdia. Mas nada que tenha conseguido mudar o que somos, o que sentimos uma pela outra. Talvez se mudou, com toda certeza foi pra melhor, mais amor, mais amizade, mais cumplicidade, companheirismo. E as coisas boas, que são tantas, não consigo nem contar. Coisas banais que acontecem, coisas nossas, simples.
Claro que antes delas eu tinha outras amigas, que são minhas amigas até hoje, mas que não tenho mais tanto contato como antes. Não me afastei delas por brigas ou algo desse tipo, apenas porque quando crescemos, acabamos tomando rumos diferentes daqueles que amamos, mas nunca deixamos de pensar nesses que foram tão importante para nós. Hoje mesmo passei a tarde com elas, a tarde mais gostosa de domingo que eu já tive. Matar a saudade, colocar o assunto em dia, falar e ouvir besteiras, rir, estar com elas.
Ah mas aquelas duas.
Não importa nada, se vamos fazer faculdade longe, se vamos mudar de pais, ou se simplesmente começamos a namorar um chato.
Uma sempre estará ao lado da outra, em qualquer momento, em qualquer decisão. E não tem ninguém que consiga nos afastar. Porque juntas aprendemos a ser mais tolerantes, a ver os defeitos uma da outra como qualidade, como marca indispensável para reconhecermos uma a outra em meio a tantas coisas. E as vezes são esses defeitos que fazem falta.
Com elas eu vivi as maiores experiências da minha vida, os meus melhores e piores dias foram ao lado delas. Elas são aquele tipo de pessoa, que não importa a hora, ou a situação, se precisar, elas vão largar tudo e correr para dar aquele abraço que te tranquiliza e te acalma, aquele abraço que faz parecer que nada de mau que há no mundo poderá te machucar. São elas que me fazem sorrir, que nunca me deixam cair. Não me julgam, não me abandonam. São elas que eu amo, são elas que me fazem feliz, são elas que eu nunca vou deixar de ter em meu coração. Por elas que eu dou minha vida, por elas eu acordo, por elas respiro, por elas eu vivo, por elas e com elas me mantenho em pé. Porque somos uns trio, amigas de verdade, irmãs de alma e coração.
E que por mais que eu tente explicar, escrever, fazer alguém entender, eu nunca consigo o que eu desejo. Porque nem mesmo eu, sei descrever o tanto que elas são importantes na minha vida, como são especiais pra mim. Já passamos por tantas coisas, e agora eu sei, não é amor, é mais, muito mais que isso... Simplesmente porque o amor não suportaria a todas essas coisas, apenas algo superior, essa coisa que nos liga uma a outra, essa força que faz com que sejamos nós. O trio pra sempre, indestrutível, porque nem mesmo o tempo pode com a força da nossa amizade. Elas nunca vão sair da minha vida. Eu amo elas para sempre.
Assim como amo as outras, mas com elas é diferente, não é amor, é mais que isso.
sábado, 7 de novembro de 2009
The Idiots.
A idiotice se tornou algo muito comum hoje em dia. É idiota porque ama, é idiota porque odeia, é idiota por qualquer motivo.
Tolerância é a palavra de comando, mas ser idiota não é tão ruim assim.
Os idiotas que amam são felizes, porque sempre acreditam que haverá algo bom no final, mesmo se tudo estiver em ruínas. Esses idiotas são otimistas.
Os idiotas que odeiam, são felizes, porque raramente se decepcionam com as pessoas, porque sempre estão com um pé atrás. Esses idiotas são desconfiados.
Os idiotas são comuns, felizes, banais e esperançosos. Podem ser também, estúpidos. frios e desconfiados. Mas eu descobri que a idiotice é fundamental pra vida. Cada idiota a sua maneira, cada felicidade a sua maneira.
E não importa se é idiota porque acreditou em alguém que não deveria, se é porque espera algo que sabe que não vai acontecer, se é porque nunca confia em ninguém e sempre se acha a pessoa melhor pra si. Todos somos idiotas em um certo ponto.
O que importa é que se seja feliz. Idiota ou não, mas feliz.
As vezes é ruim, as vezes machuca, pois quebramos a cara com tanta idiotice. Mas a vida é assim, 'aos trancos e barrancos'. No final compensa.
Tolerância é a palavra de comando, mas ser idiota não é tão ruim assim.
Os idiotas que amam são felizes, porque sempre acreditam que haverá algo bom no final, mesmo se tudo estiver em ruínas. Esses idiotas são otimistas.
Os idiotas que odeiam, são felizes, porque raramente se decepcionam com as pessoas, porque sempre estão com um pé atrás. Esses idiotas são desconfiados.
Os idiotas são comuns, felizes, banais e esperançosos. Podem ser também, estúpidos. frios e desconfiados. Mas eu descobri que a idiotice é fundamental pra vida. Cada idiota a sua maneira, cada felicidade a sua maneira.
E não importa se é idiota porque acreditou em alguém que não deveria, se é porque espera algo que sabe que não vai acontecer, se é porque nunca confia em ninguém e sempre se acha a pessoa melhor pra si. Todos somos idiotas em um certo ponto.
O que importa é que se seja feliz. Idiota ou não, mas feliz.
As vezes é ruim, as vezes machuca, pois quebramos a cara com tanta idiotice. Mas a vida é assim, 'aos trancos e barrancos'. No final compensa.
Piece.
Sou aquela que brinca com a vida, que tem medo de cair, mas não tem medo da morte. Não gosto de falsidade, então, se não for verdadeiro, nem me comprimente.
Dou a vida por aqueles que eu amo e que me fazem feliz, mas também dou a vida pra acabar com quem me faz mal.
Choro de dor, choro de alegria, choro porque amo, choro porque odeio, choro também de raiva e por apenas querer chorar.
Fraqueza me enfraquece, detesto ver quem eu amo sofrer.
Não como de tudo, não gosto de rosa, não sou de usar salto e faço chapinha.
Minha vida é um conto de fadas em preto e branco, que por horas se transforma em pesadelos horríveis, mas que no fundo tem sempre uma solução.
Sou sincera demais, grossa demais, estúpida, irónica, sarcástica, maldosa demais. Mas nada disso interfere o meu lado bom, com as pessoas que eu amo de verdade.
Quando precisarem de mim, eu faço o possível pra ajudar, mas aprendi a não me anular pelos outros, primeiro EU, depois qualquer outro.
Dou a vida por aqueles que eu amo e que me fazem feliz, mas também dou a vida pra acabar com quem me faz mal.
Choro de dor, choro de alegria, choro porque amo, choro porque odeio, choro também de raiva e por apenas querer chorar.
Fraqueza me enfraquece, detesto ver quem eu amo sofrer.
Não como de tudo, não gosto de rosa, não sou de usar salto e faço chapinha.
Minha vida é um conto de fadas em preto e branco, que por horas se transforma em pesadelos horríveis, mas que no fundo tem sempre uma solução.
Sou sincera demais, grossa demais, estúpida, irónica, sarcástica, maldosa demais. Mas nada disso interfere o meu lado bom, com as pessoas que eu amo de verdade.
Quando precisarem de mim, eu faço o possível pra ajudar, mas aprendi a não me anular pelos outros, primeiro EU, depois qualquer outro.
Eu amo demais, me entrego por inteira, me jogo de cabeça e muitas vezes me machuco. Eu me apego fácil, me irrito fácil, me chateio muito e me magoou rápido. São milhares de defeitos que me ensinaram a ser mais fria com todos ao redor, só pra evitar mais danos.
Nunca desisto do que eu quero, e geralmente, consigo. Isso muitas vezes me faz mal, disestir seria como pegar a bóia quando se está afogando, mas eu não sei fazer isso.
Sentimental sempre, mas quando preciso segurar a barra, sou uma ótima atriz.
Sou educada até o ponto em que me irritam;
Mau humor é meu segundo nome, vou do 8 ao 80 em questão de segundos. Mas a indecisão me mata.
Carente demais, tenho um cachorro (isso é importante).
Minhas amizades não são muitas, mas são para a vida toda. Não gosto de muitas pessoas e detesto me fazer de social, coisa que eu não sou.
São muitos os defeitos que se moldam em uma pessoa confusa, inconstante e impulsiva, mas que tem um sorriso que demonstra compreensão, carinho e confiança. Mas que nem sempre é real.
Posso ser louca, posso ser normal, posso ser o que eu quiser e muito mais, mas nunca deixarei de ser eu mesma.
Sou minha própria má influencia.
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Eu enlouqueço, vivo como der vontade. Se não der certo? Se não for nada disso? Faço tudo de novo até dar certo, até ser assim. Mas se for preciso esqueço, cresço, meu caminho sou eu quem faço.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Memories Come and Go.
As vezes a cabeça confunde né? Aparecem lembranças, momentos do nada, nos quais nos apegamos rapidamente e novamente mesmo sem poder.
Muitas das vezes que isso acontece comigo, tenho vontade de acabar com tudo, deletar todas as ligações ainda restantes com o passado. Mas acabo pensando, se foi tão bom, se me traz tanta saudades, será que eu realmente devo me desfazer de tudo isso?
A verdade é que eu não tenho resposta para essa pergunta, e vivo me castigando por voltar ao passado em algumas noites tristes em que o que eu mais queria era carinho de alguém que não posso ter e um choro abafado, que seria ouvido por esse alguém e compreendido, mas que logo passaria e daria lugar a felicidade do passado, por esse alguém estar comigo.
Pena que nunca é como prevemos, como planejamos. Apesar de ser contra planos e futuros, eu planejei estar ao teu lado por todo o sempre, e você sabia disso. Mas foi em vão, e é isso que mais dói.
E as lembranças? E todo o passado? A compensou. Espero o dia que volte, que se faça presente e futuro esse meu passado de risos e paz.
As conversas, as fotos, as marcas que em mim ficou jamais saíram. Jamais amenizaram o que eu sinto. Mas as lembranças? Ah, doces lembranças que trago comigo. Essas sim, são as mais lidas, as que eu quero ter.
Saudades é uma palavra que só existe no português, mas o sentimento é bem maior que seu significado. Saudades dói e passa, saudades vem e fica. Saudades, lembranças, simples assim, doloroso assim. Feliz.
Contraditorio, irracional, sentimentos sem fim.
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